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Casa Gamer Banco do Brasil: a união de cultura e Esports no CCBB Brasília

Videogame é cultura, disso você já sabe. Agora é hora de mostrar a toda a sociedade que os videogames são parte de nossa cultura. Pelo menos é isso o que o Banco do Brasil irá fazer ao promover e patrocinar a primeira edição do espaço “Casa Gamer Banco do Brasil”, uma que transforma os Centros Culturais Banco do Brasil de Brasília e Belo Horizonte em espaços para jogatina livre.

Inicialmente previsto para ficar no CCBB Brasília de 28 de dezembro a 19 de janeiro, a casa de jogos teve sua temporada prorrogada até o dia 26. Desde que chegou ao Centro Cultural, a “Casa Gamer” tem proporcionado aos seus visitantes momentos de diversão, interatividade e nostalgia. As estações fixas contam com jogos que vão desde os fliperamas antigos até os jogos mais recentes. O pavilhão de vidro abriga uma pista de dança, várias estações para jogos mobile, seis consoles com jogos de futebol e corrida e uma arena de Counter-Strike de nível profissional. Nos fins de semana, a arena abriga uma competição amadora de CS:GO. A intenção é agradar o público de todas as idades.

De acordo com a organização do evento, além da arena de jogos no pavilhão de vidro, há ainda fliperamas espalhados pelo CCBB e jogos vintage localizados em um lounge montado ao lado da bilheteria.

“Esse ambiente foi feito para reunir as pessoas, as famílias e descontrair. Já somos referência no esporte de ginásio, quadra e praia. Queremos também ser referência nos jogos eletrônicos”, afirma Mauro Ribeiro Neto, vice-presidente corporativo do Banco do Brasil.

Abaixo você confere a programação completa:

 

ARENA DE GAMES DIGITAIS (FIXO)

Espaço equipado com jogos free play de futebol, dança, corrida e jogos first person online. Nos finais de semana, a arena de Counter-Strike abrigará uma competição amadora entre quatro equipes.

Data: 28/12 até 26/01

Horário: quinta a domingo, das 10h às 21h

Local: Pavilhão de vidro

Jogos: Just Dance, Mario Kart, CS:GO, Fortnite, Fifa e Mobile.

 

Just Dance

Com uma pista de dança iluminada, um telão para o público acompanhar os passos e espaço para até quatro pessoas jogarem ao mesmo tempo, a estação do jogo Just Dance tem animado crianças, adolescentes e adultos de todas as idades, além de revelar grandes dançarinos.

No rol de músicas, clássicos e sucessos atuais, nacionais e internacionais, podem ser escolhidos pelos jogadores para se soltarem e dançarem no espaço.

 

Mario Kart

Um dos jogos mais famosos de todos os tempos, que, inclusive, ganhou uma versão para smartphones no ano passado, possui uma estação com dois consoles (Nintendo Switch) e possibilidade de duas duplas por vez.

Pais e filhos, amigos, desconhecidos, todo têm se divertido com a corrida mais clássica que conhecemos. Alguns voltando no tempo e apresentando para as novas gerações um jogo que marcou época e outros descobrindo juntos as maravilhas (e armadilhas) desse jogo emocionante.

 

Counter-Strike e Fortnite (Arena First Person)

A Casa Gamer conta com uma arena de First Person games de nível profissional. São duas estações com 5 computadores cada, todos com periféricos próprios para jogos, fone para comunicação entre os jogadores e cadeira gamer.

No espaço, os visitantes podem jogar CS:GO (da franquia Counter-Strike) ou Fortnite (sucesso com os jogadores mais jovens). Nos fins de semana, a arena sediará uma competição amadora de CS:GO de tirar o fôlego.

 

Arena de Futebol

Com arquibancada, grama sintética e pufes em formato de bola de futebol, a área destinada ao jogo possui quatro consoles (Playstation), permitindo que quatro duplas joguem ao mesmo tempo, proporcionando momentos emocionantes entre pais e filhos, amigos e até entra aqueles que se conheceram na fila.

Na arena, os visitantes podem escolher entre o FIFA 20 ou o PES (Pro Evolution Soccer), atendendo aos amantes dos dois jogos, concorrentes no título de melhor jogo de futebol do mundo há alguns anos.

 

ESTAÇÃO DE JOGOS RETRÔ (FIXO)

Datas: 28/12 até 26/01

Horário: quinta a domingo, das 10h às 21h

Local: Área Externa – Ao lado da bilheteria

Jogos: Sonic, Street Fighter, RiverRaid

 

Lounge Vintage

Além do pavilhão de vidro, há um lounge com jogos vintage, com consoles Atari e Mega Drive e fliperamas, para trazer de volta os tempos de infância dos mais crescidos e apresentar aos mais novos os clássicos que nunca deixaram de encantar gerações.

 

Serviço – Casa Gamer CCBB

Local: CCBB Brasília – SCES Trecho 2 – Brasília/DF

Tel: (61) 3108-7600

28 de dezembro de 2019 a 26 de janeiro de 2020

Quinta a domingo

10h às 21h

Entrada franca com retirada de ingressos na bilheteria do CCBB.

Mais informações aqui.

 

​Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy, em Fortaleza

Essa é para os fãs de videogame que estão na Cidade de Fortaleza, CE, amanhã (14/09) o Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy. A chegada ao RioMar Kennedy marca o início da segunda temporada de “turnê” do museu mais interativo do Brasil. Os organizadores prometem uma série de novidades para esta nova temporada, a fim de enriquecer ainda mais a experiência do público. Além de conferir a história dos jogos eletrônicos, os visitantes podem jogar, interagir com influenciadores e participar de um campeonato de Just Dance.

A exposição conta mais de 46 anos de história dos videogames antigos e atuais, passando por todas as gerações de consoles. Dá para ver clássicos como o Atari, o NES, o Gameboy e os novíssimos Playstation VR, Nintendo Switch, entre outros. Além de conferir de perto consoles que marcaram história, os visitantes podem encontrar de perto com o ex-jogador de League of Legends Meet&Greet com André ManaJJ, na área de Meet & Greet e participar do concurso de Just Dance e um divertido encontro K-Pop.

O museu não é apenas um espaço observável. Há ilhas de consoles clássicos disponíveis para jogar, além do palco Just Dance 2018, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes etc. Com tantas atrações, a exposição Museu do Videogame Itinerante é considerada um dos eventos indoor para shoppings mais visitados do país. O Museu ficará Praça de Eventos do Piso L2, funcionando de segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h. A entrada é gratuita.

Para quem não conhece, André ManaJJ foi o primeiro campeão brasileiro de League of Legends (CBLOL), e atuante na área de streaming e geração de conteúdo de games. O encontro acontecerá no dia 22 de setembro, a partir das 17h. Durante o evento, os fãs poderão ainda participar de sessão de fotos com os cosplays Zilean Skin Lua Sangrenta do jogo League of Legends, All Might e Katsuki Bakugou, personagens do anime Boku no Hero Academia.

 

Encontro K-Pop

No dia 29 de setembro, último dia da exposição, a programação contará com encontro k-pop das 13h às 19h, comSpecial Stage apresentações de grupos covers de k-pop, brincadeiras e Random Play Dance com muita música pop coreana.

 

Campeonato Just Dance

Logo após o encontro k-pop, a partir das 19h, ocorrerá o concurso Just Dance para aqueles que curtem dançar e suar a camisa. O evento terá ainda a participação do bi-campeão do Mundial de Just Dance, Diegho San.

Durante o concurso, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os dez finalistas com maior pontuação durante a temporada do Museu no RioMar Kennedy irão disputar o pódio. Os três melhores receberão premiação. As inscrições ocorrerão de 14 a 28 de setembro e podem ser feitas ao lado do Palco Just Dance, no Piso L2.

 

Sobre o Museu do Videogame Itinerante

O Museu do Videogame Itinerante reúne cerca de 5 milhões de visitantes por ano e é o primeiro do gênero do país registrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

 

SERVIÇO – Museu do Videogame Itinerante no RioMar Kennedy

Data: 14 a 29 de setembro

Horário: segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h

Local: Piso L2, Praça de Eventos – RioMar Kennedy (Av. Sargento Hermínio Sampaio, 3100 – Presidente Kennedy)

Entrada gratuita

 

Huni Kuin – game desenvolvido por índios conta lendas de tribo da Amazônia

Hoje vamos falar sobre um dos jogos que tem a cara e o espírito do Brasil: Huni Kuin: os caminhos da jibóia, um título desenvolvido pela tribo Kaxinawá que conta as memórias dos pagés da tribo originária do coração da Amazônia. O game foi desenvolvido com o intuito de mostrar a cultura indígena para aqueles que têm interesse em conhecer mais sobre as lendas indígenas e seu modo de vida.

Sim, voce não leu errado, a tribo Huni Kuin (ou Kaxinawá) desenvolveu um jogo eletrônico, que pode ser baixado gratuitamente. Trata-se de um jogo de plataforma 2D dividido em cinco episódios (Yube Nawa Aibu, Siriani, Shumani, Kui Dume Teneni e Hua Karu Yuxibu), onde os jogadores devem encarnar um jovem indio e enfrentar desafios como enfrentar cobras, salvar irmãos índios e desbravar as matas fechadas. Cada fase conta uma antiga história do povo Huni Kuin.

Mulheres da tribo Huni Kuin

“Um casal de gêmeos kaxinawá foram concebidos pela jiboia Yube em sonhos e herdaram seus poderes especiais. Um jovem caçador e uma pequena artesã, ao longo do jogo, passarão por uma série de desafios para se tornarem, respectivamente, um curandeiro (mukaya) e uma mestra dos desenhos (kene). Nesta jornada, eles adquirirão habilidades e conhecimentos de seus ancestrais, dos animais, das plantas e dos espíritos; entrarão em comunicação com os seres visíveis e invisíveis da floresta (yuxin), para se tornarem, enfim, seres humanos verdadeiros (HuniKuin).”

A proposta é propiciar uma imersão no universo HuniKuin, em que os jogadores possam entrar em contato com saberes indígenas – como os cantos, grafismos, histórias, mitos e rituais deste povo – possibilitando uma circulação destes conhecimentos por uma rede mais ampla. Inclusive a equipe de programadores auxiliou os índios a construir painéis solares para que os jovens Kaxinawá também pudessem ter acesso ao game.

O título possui gráficos cartunescos e uma jogabilidade simples, de modo que qualquer um pode apreciar o jogo, que é exclusivo para PCs. A equipe de desenvolvimento foi liderada pelo antropólogo e game designer Guilherme Meneses, que acredita que a tecnologia deve ser utilizada como ferramenta para preservação cultural do povo indígena Kaxinawá. Voce pode baixar o game exclusivamente para PCs aqui.

Sobre a tribo Huni Kuin

O jogo Huni Kuin foi possível graças aos esforços da equipe Beya Xinã Bena, grupo formado por indígenas em 2014 com o objetivo de reunir, fomentar e difundir as produções audiovisuais dos Huni Kuin do Rio Jordão.

A tribo é adepta da chamada Dau Kauin (medicina verdadeira), que mostra o conhecimento das plantas de cura do povo Huni Kuin através de ayahuasca, chacrona e rapé. A tribo é uma das mais respeitadas na fronteira entre o Acre e o Peru.

Abaixo tem um vídeo falando mais sobre o projeto Huni Kuin:

 

Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos oferecem atividades sobre a evolução dos games

Atividades gratuitas incluem narrativa e tecnologia dos videogames, conteúdo para aprimorar a produção de vídeos e a bate-papo sobre relação entre games e literatura. Entre os convidados estão o produtor musical Felipe Parra e o jornalista João Varella
Algumas bibliotecas da cidade de São Paulo e o famoso parque Villa Lobos serão o centro de atrações bem interessantes ligada são mundo dos games e da tecnologia no mês de julho. Acontece que as instituições, mantidas pela Secretaria da Cultura do Estado, oferecerão três atividades gratuitas envolvendo jogos, literatura, tecnologia e produção audiovisual. A intenção é oferecer cultura e diversão aos amantes da jogatina e entretenimento audiovisual.

O produtor Felipe Parra ministra o curso de produção audiovisual e ensina técnicas para aprimorar os vídeos, enquanto o jornalista João Varella fala da evolução dos videogames, história e tecnologia passando por modelos clássicos do Atari, além dos jogos Pong, Pacman, Sonic e outros até chegar no Candy Crush Saga.

Na Biblioteca de São Paulo ocorre o Curso de Produção Audiovisual para Web realizado às terças-feiras, entre 5 e 26 de julho. Das 14h30 às 17h30. Neste ambiente o produtor musical, compositor e roteirista Felipe Parra abordará aspectos conceituais, técnicos e criativos para melhorar as produções em vídeo. Ao final, os participantes deverão produzir conteúdo, utilizando a teoria apresentada. Indicado para maiores de 15 anos, para participar basta enviar email ou se dirigir ao balcão de atendimento da biblioteca até o dia 1 de julho.

No domingo, dia 10, a atividade Games e Literatura apresentará alguns dos maiores clássicos da literatura por meio do jogo, trabalhando a intersecção entre jogos digitais e livros. Serão apresentadas as obras 1984, de George Orwell e A Divina Comédia, de Dante Alighieri. Realizada das 10h às 17h, a atividade é indicada para maiores de 10 anos e será coordenada pelo Game Arte. Neste evento não é necessário inscrição.

Já na Biblioteca do Parque Villa-Lobos, o jornalista João Varella coordenará a oficina A Evolução Artística dos Videogames, aos sábados, entre os dias 9 de julho e 6 de agosto. Das 14h30 às 17h30, serão apresentados diversos aspectos que envolvem o tipo de narrativa dos jogos eletrônicos, tecnologia, economia e até que ponto tais fatores influenciam os games. Os encontros incluem clássicos do Atari como o Pong e Pacman, técnica japonesa de produção, por meio de jogos como Super Mario Bros e Sonic, passando pelo Playstation e realidade virtual como Guitar Hero e Candy Crush Saga. Para participar basta ter mais de 15 anos e enviar um email ou comparecer ao balcão de atendimento até o dia 7 de julho.

Serviços – Atividades Games nas bibliotecas de São Paulo

Biblioteca de São Paulo
Curso de produção audiovisual para web – com Felipe Parra
Data: Terças-feiras, 5, 12, 19 e 26 de julho
Horário: 14h30 às 17h30
Local: auditório
Inscrições: A partir de 15 anos, pelo e-mail [email protected] ou no balcão de atendimento da biblioteca até o dia 1 de julho.

Games e Literatura – com Game Arte
Data: domingo, 10 de julho
Horário: 10h às 17h
Local: auditório
Inscrições: A partir de 10 anos, vagas serão preenchidas por ordem de chegada – 30 minutos de antecedência.

Parque da Juventude
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630 – Estação Carandiru do Metrô – Linha Azul
Telefone: (11) 2089-0800
Aberta de terça a domingo e feriados, das 9h30 às 18h30 horas.

Biblioteca Parque Villa-Lobos
Oficina: A evolução artística dos videogames – com João Varella
Data: Sábados nos dias 9, 16, 30 de julho e 6 de agosto
Horário: 14h30 às 17h30
Local: sala criatividade 3
Inscrições: A partir de 15 anos, pelo e-mail [email protected] ou no balcão de atendimento da biblioteca até o dia 7 de julho.

Endereço: Avenida Queiróz Filho, 1.205, Alto de Pinheiros.
Telefone: (11) 3024-2500.
De terça a domingo, das 9h30 às 18h30

Never Alone: jogo da E-Line Media retrata lendas do Alaska

A cultura e tradições das tribos antigas do Alaska raramente são exploradas em jogos eletrônicos. Um dos poucos games que faz isso é Never Alone, produzido graças a uma parceria entre a E-Line Media e o Cook Intlet Tribal Council.

O game é um puzzle plataforma  para até 2 jogadores e traz um catálogo de personagens e situações que permeiam o imaginário dos habitantes do Alaska. De acordo com a E-Line, o game é o primeiro título comercial que explora a cultura indígena dos EUA. Para tanto, a produtora ouviu cerca de 40 anciões, contadores de histórias e membros da comunidade de nativos do Estado mais frio dos EUA.

“Acreditamos que existe um interesse crescente do mercado por jogos de experiência única que explorem, celebrem e ampliem o conhecimento sobre a cultura global. Never Alone marca o início de uma iniciativa de longo prazo que tem como objetivo criar um novo gênero, chamado de ‘World Games’”, explica Alan Gershenfeld, presidente e cofundador da E-Line Media.

Na trama, os jogadores assumem o controle de uma garota Iñupiaq chamada Nuna e de uma raposa do ártico que devem trabalhar em equipe para vencer uma série de desafios. O game é dividido em oito capítulos que apresentam histórias do folclore local. Os jogadores passam por cenários típicos da zona fria do Alaska, como geleiras, tundras, cavernas submarinas congeladas, florestas boreais e vilas à beira de penhascos.

O game tem grande foco no multiplayer, deste modo, ele pode ser jogado por dois jogadores, cada um controlando um dos protagonistas. Entretanto, jogadores solitários podem apreciar o game no modo singleplayer. Toda a história é narrada no idioma Iñupiaq e esta é a primeira vez que um jogo eletrônico explora de forma tão dedicada a cultura indígena deste povo.

O time de criação de Never Alone engloba desenvolvedores que já trabalharam em franquias como Tomb Raider, Socom, Quakem entre outros. A intenção dos produtores é justamente que a linguagem do game ajude a formar um novo gênero dentro dos jogos eletrônicos chamados “world games”.

“A grande popularidade dos videogames já provou ser um meio incrivelmente poderoso não só para nos conectarmos com nossa própria comunidade e com a juventude, mas também para celebrar e dividir nossa cultura com o mundo”, afirma Gloria O’Neill, presidente e CEO do Cook Inlet Tribal Council. “Vemos Never Alone como um convite para embarcar numa jornada que combina envolvimento e diversão com a rica mitologia e cultura dos nativos do Alasca”, conclui Gloria.

Never Alone já está disponível para download digital através das plataformas Xbox One, Playstation 4 e PC. O preço varia entre R$ 29,00 e R$30,99.

Abaixo está o trailer do game Never Alone:

E aí, Game é Cultura?

game_é_cultura

Em meio a discussões rotineiras de considerar os games uma forma válida de cultura ou não, um grupo, liderado por alunos que cursam Jogos Digitais, no Facebook resolveu se mobilizar para discutir a questão recentemente remoída pela Ministra da Cultura Marta Suplicy.

Foi organizado um encontro para o próximo dia 06/04/2013 na Biblioteca Monteiro Lobato 485 na Vila Buarque, em São Paulo. O evento se chama “E aí, Game é Cultura?” e terá a concentração às 14hs na sala multiuso da biblioteca. O debate será aberto e todos poderão opinar. A ideia é trazer algumas opiniões que ajudem as pessoas, conhecedoras ou não de videogames, a entender se nossa mídia merece o status de arte.

Durante a discussão serão apresentados vídeos com opiniões de pessoas envolvidas com o universo dos games. Ou seja, uma ótima oportunidade de captar maiores informações sobre o tema. Entre os convidados do debate, estarão alunos, profissionais da indústria e professores.

Se você deseja participar, basta chegar à Biblioteca no local e horário combinado. Essa é a chance de agitar as coisas e fazer com que sejamos ouvidos!

Serviço:

Evento: “E aí, Game é Cultura?”
Data: dia 06/04/2013
Horário: 14:00hs
Local: Biblioteca Monteiro Lobato, Rua General Jardim, 485 Vila Buarque – 2º andar – sala multiuso.

Games devem ficar de fora do Vale Cultura? Qual sua opinião?

Vale Cultura

Todos sabem que os videogames são uma forma pura de cultura, pois transmitem mensagens e valores tão profundos quanto qualquer livro conceituado ou música celebrada. Entretanto nem todos conseguem ver os videogames com os mesmos olhos.

No dia 19 de fevereiro de 2013 a Ministra da Cultura Marta Suplicy realizou uma audiência na Assembléia Legislativa de São Paulo para falar sobre o Vale Cultura, um projeto dedicado a disseminar as diferentes formas de cultura entre a população. A ideia básica é que pessoas que dispõe de até dois salários mínimos possam contar com pequeno recurso mensal disponibilizado pelo governo para desfrutar de cultura. O projeto ainda está em estágio inicial e, portanto, carece de formatação.

Devido a isso, a equipe da Ministra abriu sua agenda para ouvir as pessoas a fim de coletar opiniões e sugestões para incluir no projeto. Um dos participantes foi o Francisco Tupy, pesquisador e designer de games, que estava representando os jogadores do Brasil que naturalmente gostariam de saber a opinião da Ministra sobre a inclusão de entretenimento digital no projeto. Ao ser questionada sobre a inclusão dos videogames no Vale Cultura a ministra mostrou-se, de fato, uma política, conforme transcrição da matéria do site Geek, escrita por Kao Tokio:

 Francisco Tupy – “O que o ecossistema que trabalha com jogos digitais, pesquisadores, desenvolvedores, professores etc. pode esperar do Vale Cultura?”

Marta Suplicy – “No caso dos jogos digitais, o assunto ainda não foi aprofundado o suficiente, mas eu acho que eu seria contra. Eu não acho que jogos digitais sejam cultura […] Mas a portaria é flexível. Na hora em que vocês conseguirem apresentar alguma coisa que seja considerada arte ou cultura, eu acho que pode ser revisto. No momento o que eu vejo é outro tipo de jogo.

Encaminhem para o ministério as sugestões que vocês estão fazendo. Eu tenho certeza que talvez vocês consigam fazer alguma coisa cultural. Mas, por enquanto, o que nós temos acesso, não credencia o jogo como cultura. O que tem hoje na praça, que a gente conhece (eu posso também não conhecer tanto!) não é cultura; é entretenimento, pode desenvolver raciocínio, pode deixar a criança quieta, pode trazer lazer para o adulto, mas cultura não é! Boa vontade não existe, então, vocês vão ter que apresentar alguma coisa muito boa”.

O interessante é que com tantas pesquisas sérias sobre os videogames e com uma equipe tão estudada, a ex-prefeita de São Paulo ainda vê os videogames com uma visão tão retrógrada. Aparentemente os organizadores acreditam que pelo fato dos games ser primordialmente dominada por obras não produzidos no Brasil, eles não agregam valor de cultura brasileira, ignorando o fato de que atualmente existem vários estúdios brasileiros criando games com temáticas e folclore brasileiro.

Apesar do negativismo em relação à inclusão dos games no Projeto Vale Cultura, ainda existem chances de que a situação se modifique durantes as próximas semanas. Mas as expectativas não são das melhores.

Mas diga, qual sua opinião sobre a declaração da Ministra sobre o Vale Cultura?

Folclore brasileiro é tema de projeto acadêmico de game

Projeto Folclore Brasileiro

É legal quando a cultura popular e a cultura de massa se fundem. No mundo dos jogos, o resultado pode ser o Xilo, uma homenagem ao folclore brasileiro e a cultura nordestina.

O projeto acadêmico (da Universidade Federal de Pernambuco e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Campina Grande) tem história e direção de arte do Professor Rodrigo Motta, com desenvolvimento de três de seus alunos: Diego Galiza, José Trigueiro e André Torres.

No enredo, o sertanejo Biliu precisa salvar sua família de uma grave doença, coletando xilogravuras sagradas e enfrentando lendas brasileiras como o Curupira, o Boitatá e a Mula-sem-Cabeça.

Abaixo você confere um vídeo do game de ação 2D que promete:

[Via Pixel Inferno]

Diretor de documentário sobre vício nos games diz que assunto precisa ser pesquisado

Emeka Onono, produtor e diretor de um especial da BBC sobre games chamado Panorama, jogou mais lenha na fogueira do vício dos games.

Em entrevista ao site GamesIndustry, Onono acusou a indústria de games de ser “muito defensiva” e defendeu que o assunto merece ser pesquisado e reconhecido.

O documentário da BBC aborda durante 30 minutos casos de jogadores britânicos e sul coreanos que teriam sido vítimas de problemas sociais e emocionais com base em seus exageiros nos games.

Para o produtor, porém, o documentário não é anti-games. “O que sabemos e deixamos claro é que para a vasta maioria das pessoas os jogos são bons”, declarou acrescentando que mesmo assim é preciso ter os olhos voltados para o assunto.

Ficou curioso? Panorama pode ser visto, em duas partes, no YouTube. Os links estão aqui (parte 1 / parte 2).

Game social de Monty Python, Ministry of Silly Games, chega ao Facebook em alguns meses

Mais detalhes foram revelados a respeito do game dedicado aos fãs do grupo cômico britânico Monty Python. O game social, que será lançado para Facebook, se chamará Ministry of Silly Games, uma paródia do famoso esquete Ministry of Silly Walks.

Ministry of Silly Games será um agregado de mini-jogos, todos carregados de referências aos trabalhos do grupo e com arte assinada por Terry Gilliam, responsável pelas animações e pelas direções dos filmes do Monty Python.

Ao participar dos minigames, o jogador ganhará pontos de experiência que podem ser trocados por dinheiro no jogo, que poderá ser usado na compra de partes do jogo, explicou o blog Big Download.

Por enquanto, Ministry of Silly Games está em beta fechado. Você pode, inclusive, se candidatar para testar o game em sua página oficial. A versão final foi prometida para o primeiro trimestre de 2011.