Hazel Sky – jogo brasileiro chega em 20 de julho para consoles e PC

Nosso destaque do dia vai para o game Hazel Sky, criado pelo estúdio brasileiro Coffee Addict. O título chega ao mercado no dia 20 de Julho para PC e consoles pelo preço de R$ 49.99. Trata-se de uma aventura envolvendo um jovem engenheiro chamado Shane, que terá que enfrentar Os Testes.

Shane deve completar esses testes ou será banido do seu lar na cidade voadora de Gideon. Com seu único meio de contato sendo um rádio para falar com sua colega estagiária, Erin, Shane precisará de ajuda enquanto conserta máquinas voadoras quebradas e salta, escala, balança e desliza por um mundo lindo e desolado.

Durante a aventura o jogador deve construir uma variedade de aeronaves, além de se aventurar pelos cenários desafiadores. Há ainda um mistério envolvendo aqueles que passaram pelos testes antes de Shane, ou seja, você deve descobrir o destino dos aventureiros anteriores.

“Hazel Sky vai muito além de simplesmente correr, pular ou escalar. Ele une diversas mecânicas com uma poderosa história. O jogador fica imerso podendo aproveitar tudo o que é oferecido, desde montar complexas máquinas voadoras até poder se expressar através da música”, diz o comunicado da Coffee Addict.

A ideia por detrás do projeto foi poder mostrar que somos livres para tomar nossas decisões, porém todas elas tem um preço. A junção de muitas visões diferentes sobre como deve ser um jogo tornou o projeto praticamente único. A gameplay possui partes totalmente lógicas e outras puramente artísticas que mostra também a relação da equipe de desenvolvimento.” – Fabio Cézar Bizon

Hazel Sky chega ao mercado no dia 19 de Julho para Steam, Epic, Playstation 4, Xbox e Switch. Para mais informações, clique aqui.

Abaixo você confere o trailer de Hazel Sky:

SILT – Aventura Surreal nas Profundezas do Mar chega para PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC

Nosso tema de hoje é um jogo indie que acaba de lançar para as principais plataformas da atualidade. Trata-se de SILT, um título onde você deve mergulhar e, um mistério há muito esquecido e resolver quebra-cabeças bastante desafiadores.

O game foi criado pelas mesmas mentes por trás de da Spiral Circus e publicado pela Fireshine Games. SILT é uma aventura ambientada em um abismo oceânico angustiante. Sozinho em um vazio subaquático, você, o mergulhador, vai desvendar mistérios há muito tempo esquecidos, explorando águas perigosas e dominando seu poder incomum para possuir criaturas marinhas à medida que se aventura mais profundamente na escuridão.

“Como nosso jogo de estreia, estamos muito agradecidos a todos que mergulham hoje em SILT”, disse Dom Clarke, programador da Spiral Circus. “Nosso objetivo era criar uma atmosfera profunda e única para um jogador, e esperamos que os jogadores curtam a jornada para o abismo.”

Principais características:

      • Experiencie um mundo subaquático surreal – Atravesse vistas subaquáticas deslumbrantes para descobrir ruínas inexploradas, e máquinas antigas escondidas nas profundezas.
      • Descubra o segredo do mergulhador – Possua criaturas marinhas diversas e distintas, usando suas habilidades únicas para resolver quebra-cabeças e viajar mais fundo no vazio.
      • Sobreviva ao abismo – Supere desafios e domine o poder dos golias do fundo do mar para despertar uma força há muito tempo adormecida no centro do abismo.
      • Uma jornada angustiante nas profundezas – Explore um mundo monocromático e inquietante com uma sensação distinta feita à mão, construído a partir dos esboços e da imaginação sombria do artista Mr Mead.

SILT já está disponível nas plataformas PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One,  Nintendo Switch e PC via Steam, Epic Games Store e GOG.com. Para mais informações, clique aqui.

Abaixo você confere o trailer de SILT:

Colégio Santa Marcelina lança projeto pioneiro de gamificação para estudantes do 6º ano no RJ

Já é bem corriqueiro que instituições de ensino desenvolvam projetos de gamificação em suas variadas atividades. A bola da vez é o Colégio Santa Marcelina, instituição educacional que acaba de lançar uma iniciativa pioneira para os alunos do 6º ano da Unidade do Rio de Janeiro. Trata-se do projeto “Minecraft: Geografia e criatividade”, cuja proposta está alinhada ao conteúdo “Cartografia e novos meios de representação”, com o objetivo de enriquecer o repertório dos estudantes, além de fornecer subsídios para diferentes mecanismos de representação do espaço geográfico.

Basicamente a turma recriou, a partir do jogo, a maquete da Unidade do colégio, localizado no coração da Floresta da Tijuca. O projeto teve início em 2021 e contou com a participação de 20 estudantes do ensino fundamental. Deste montante, todos participaram integralmente da proposta, atingindo os objetivos propostos na atividade.

De acordo com a Professora de Geografia responsável pelo projeto, Luana Correia, a aplicação do conceito de gamificação em sala de aula é extremamente importante para instigar, ainda mais, a curiosidade dos estudantes, além de motivá-los no desenvolvimento do raciocínio geográfico.

“É evidente que a tecnologia possui um papel fundamental na construção do conhecimento. Durante o projeto, ficou nítido como o interesse por parte da turma aumentou após a utilização do jogo, além do nível de conhecimento com relação ao conteúdo que envolve a cartografia e os novos meios de representação do espaço geográfico. Isto mostra como existe uma influência positiva das características dos jogos no desempenho dos estudantes”, explica.

Da proposta a execução

Luana relembra que os próprios estudantes solicitaram, durante as aulas, algo mais próximo ao seu cotidiano como forma de interlocução entre o conteúdo geográfico e a gamificação. Por este motivo, os próprios alunos sugeriram o Minecraft para produzirem a maquete da escola, em virtude da familiaridade da turma com o game. Desta forma, antes da construção coletiva da maquete no jogo Minecraft, os estudantes, mediados pelos princípios pedagógico-curriculares, cumpriram as etapas que envolveram: orientação da proposta de atividade e organização dos grupos, trabalho de campo e sistematização dos dados de campo e cartográficos.

Luana ressalta que, dentre as habilidades desenvolvidas pela turma durante a atividade, destacam-se aquelas propostas pela Base Nacional Comum Curricular — BNCC e a própria matriz do colégio.

“Nossa intenção era fazer com que o estudante se associasse as diferentes formas de representações cartográficas aos meios lúdicos-tecnológicos, relacionasse as habilidades da Cartografia ao cotidiano escolar e, ainda, compreendesse as diferentes representações construídas no jogo Minecraftcom base nas noções de escala, orientação e localização”, afirma.

Por conta da pandemia do covid-19, os recursos escolhidos para execução do projeto foram ferramentas que pudessem ser usadas em casa ou no colégio, uma vez que parte da turma ainda estava na modalidade remota. Diante disso, optou pelo uso do Google Earth, plataforma utilizada para visualização do terreno do colégio por meio de imagens de satélite, e o Google Maps que auxiliou os estudantes a explorarem e localizarem o entorno do prédio.

Além disso, os estudantes utilizaram a plataforma Teams, para visualizar o roteiro de trabalho e reunir as equipes. Diante da repercussão da atividade, a professora foi convidada a participar de um curso de formação continuada de Minecraft Educacional, no qual teve a oportunidade de aprender ferramentas e possibilidades do uso do jogo em outros contextos de aprendizagem.

“Nós professores aprendemos também com os estudantes. Nessa experiência, eles puderam me ajudar tirando dúvidas e oferecendo, até mesmo, dicas de como utilizar o game. Daqui para frente, quero seguir com o uso da gamificação, mas com outros conteúdos da geografia que podemos aproveitar nesse contexto, como domínios morfoclimáticos, áreas preservadas e naturais, por exemplo”, finaliza.