“Dimi – Jornada na Tabela Periódica” – game para Android ensina a memorizar a Tabela Priódica

Transformar o aprendizado em algo mais envolvente e até mesmo divertido é uma das possibilidades de se utilizar jogos eletrônicos em sala de aula. Durante esse tempo de quarentena muitos professores e instituições de ensino tem vislumbrado nos jogos uma ferramenta ideal para manter os estudantes engajados no aprendizado. A bola da vez é Dimi – Jornada na Tabela Periódica, que busca ensinar a tabela periódica aos estudantes de maneira lúdica.

Dimi – Jornada na Tabela Periódica busca fazer o aluno aprender e memorizar os 118 elementos da Tabela Periódica usando gamificação como uma forma de entretenimento educacional. O macete é que o game é bastante intuitivo e visualmente agradável graças a seus visuais 3D, permitindo imersão completa nos elementos químicos de forma lúdica. De acordo com os desenvolvedores, Dimi possui técnicas de design instrucional e foi totalmente desenvolvido para auxiliar o ensino de qualidade de modo fácil e divertido.
A dinâmica do jogo é a seguinte, o inventor da tabela periódica Dmitri Mendeleev (Dimi) está trancado na sala do último elemento. Será necessário abrir todas as portas, respondendo corretamente as questões, memorizando e aprendendo sobre os elementos para poder chegar até o Dimi e finalmente, salvá-lo.
O título conta com três modos de dificuldade e a cada jornada completa o aluno vai melhorar o seu aprendizado. Podendo observar sua performance através da pontuação. A cada resposta correta receberá um ponto, mas se a resposta for incorreta o ponto recebido será negativo.
O jogo é salvo automaticamente para que o aluno possa se focar no aprendizado e diversão e quando entrar novamente possa retomar ao seu progresso. O game permite que o aluno seja cada vez mais competitivo e busque melhorar o seu ranking no leaderboard. Dimi – Jornada na Tabela Periódica já está disponível para download gratuito através da Play Store.
Você pode conferir o trailer de Dimi abaixo:

Mala Vermelha – Game indie brasileiro desafia jogador e desvendar um crime sinistro

O destaque para iniciar a semana é um jogo indie produzido especialmente para quem curte mistério policial á lá Agatha Cristie: Mala Vermelha. O título acaba de chegar para dispositivos mobile através da produtora The King Owl e coloca o jogador em uma missão para encontrar um perigoso homicida em uma cidade que guarda muitos segredos.

Você encarna a detetive Muriel que descobre uma mala vermelha com um corpo dentro. Cabe a ela investigar o quanto for possível para chegar ao assassino antes que surjam mais vítimas. O problema é que nem tudo é o que parece e as pistas não serão fáceis de se obter, tão pouco espere colaboração dos moradores da cidade.

A cada pista ou interrogatório, a detetive Muriel será levada a outros pontos da cidade em busca do padrão do terrível assassino. Ao contrário do que se pode imaginar, o game é totalmente textual. Sim, aqui não há ilustrações para a aventura. A ideia é incentivar a leitura e a imaginação dos jogadores. Lembra as primeiras experiências de jogos desenvolvidos em DOS.

Outro detalhe importante de Mala Vermelha é que além do assassino, o jogador terá de lidar com uma cidade conservadora, onde seus moradores não toleram mudanças. Uma vez que a jogabilidade se baseia em decisão de escolhas e sem elementos visuais, cada detalhe se torna importante na resolução do caso. Há múltiplos finais e as escolhas feitas pelo jogador determinarão qual desfecho terá a história.

Totalmente em português, “Mala Vermelha” já está disponível na Play Store. Se você gosta de histórias detetivescas e de praticar a leitura interativa este jogo tem tudo para te cativar.

Abaixo você confere o trailer de Mala Vermelha:

 

Cyber-Hack – Escape 60 lança segundo jogo on-line para garantir diversão em tempos de isolamento

Mais uma sugestão para quem procura jogos desafiantes neste período de quarentena: o Escape 60, franquia dedicada a jogos de fuga, acaba de apresentar sua segunda empreitada no ramo de jogos digitais: o “Operação Cyber-Hack”. Este é o segundo jogo de uma trilogia, que narra sobre um mundo distópico envolto em incertezas e mistério. O título não se afasta da marca registrada da franquia, prometendo muita ação e quebra-cabeças inteligentes para os jogadores.

O segundo capítulo de Cyber-Hack mostra os efeitos do ataque Cyber-Hack de Pegasus à NS-60, maior agência de informações do planeta. A megacorporação terrorista bloqueou todos os acessos digitais e invadiu a base, fazendo com que o líder da inteligência, Malik Kajumba, acionasse o botão de autodestruição. Como consequência, o jogador deve assumir o posto de liderança e contra-atacar imediatamente. Sozinho e rodeado de inimigos, comunicar-se com os agentes infiltrados da NS-60 em Pegasus será fundamental nessa complexa batalha contra Cyber-Hack.

“Neste momento em que o isolamento social é muito importante, queremos que os Escape60 lovers continuem solucionando enigmas e desvendando mistérios ainda que a distância. Em breve, teremos o jogo Operação Cyber Mind, último capítulo desta fascinante trilogia”, afirma Jeannette Galbinski, diretora de marketing do Escape 60. Cada participante pode jogar sozinho, e a faixa etária recomendável é de 12 anos.

Cyber-Hack já está disponível gratuitamente para download através do site da Escape 60.