Top 6 – Jogos da Activision Blizzard que a Microsoft pode trazer de volta

Yeah baby! Com ou sem choro, a Microsoft comprou mais uma gigante do mundo dos games e agora tem uma infinidade de franquias para explorar o máximo possível. Muito além de qualquer Call of Duty, resolvemos fugir das obviedades e pensar em franquias que há muito estão lançadas no ostracismo, mas que a Microsoft pode reviver em uma canetada.

Confira abaixo seis games que a Microsoft pode trazer de volta com a compra da Activision Blizzard:

 

Rock n’ Roll Racing

Jogadores das antigas certamente se lembrarão do clássico instantâneo Rock n’ Roll Racing e sua trilha sonora que era uma verdadeira ode a quem já gostava de rock nos anos 90. Aqui a premissa era uma verdadeira corrida destrutiva, em que os carros eram equipados com armas lasers, bombas e metralhadoras para destruir os rivais. Vencia quem chegasse primeiro. Caso a Microsoft decida ressuscitar a franquia, a comunidade de aficionada por retro games agradeceria muito. A melhor parte é que nem precisaria ser um remake dispendioso, tal qual o trabalho feito recentemente com Battletoads.

 

 

Blackthorne

Outro jogo que o pessoal mais antigo deve se lembrar com muita felicidade é Blackthorne, um dos precursores do TPS. As mecânicas, ainda que em 2D, podem ser descritas como inspiradoras para o Gears of War, uma vez que o jogador deveria se esconder para evitar as balas inimigas e atirar nos momentos certos para eliminá-los. Ainda que muito querido, a Activision nunca pensou em uma sequência para o game.

 

 

StarCraft

StarCraft já deu as caras em um período relativamente recente, com StarCraft Remastered em 2017. Contudo, sentimos que a audiência apenas pode ser satisfeita com o prometido 3º capítulo. Agora que a Microsoft é dona da franquia e certamente tem planos de melhorar sua base no Xbox Series, StarCraft parece uma escolha muito óbvia.

 

 

True Crime

Muitos jogos já tentaram solapar a coroa de GTA como o maior game mundo aberto, contudo nenhum obteve êxito. Um dos candidatos mais fortes na era 128 bits certamente foi a série True Crime, que tentava reproduzir as cidades de Los Angeles e Nova York em detalhes. A crítica foi bastante favorável, bem como as vendagens. Assim, seria muito interessante ver o revival dessa amada franquia, ainda que não se possa mais roubar a coroa de GTA.

 

 

Guitar Hero

Vocês devem se lembrar do tempo em que tocar guitarras plásticas era a grande onda do momento, certo? Pois bem, agora que a Microsoft é oficialmente a dona da franquia, quais empecilhos haveriam de retomar a onda de jogos musicais? Ainda que o interesse do público tenha mudado de duas gerações pra cá, é certo que ainda há muita gente disposta a comprar uma guitarra nova para reviver clássicos de bandas mundialmente conhecidas. Alguém aí pediu Guitar Hero Nirvana?

 

 

Spyro

Ainda que Crash deva se tornar a mascote mais amado dessa nova leva de franquias da Activision Blizzard que agora pertencem a Microsoft, não podemos esquecer-nos de um dos precursores dos mascotes em videogames. Spyro tinha carisma, fases divertidas e uma franquia de jogos de respeito. Imagine se a Rare puder colocar as mãos nessa joia a maravilha que pode surgir em alta definição.

Top 7: Os jogos mais esperados de 2022

O ano de 2022 promete ser ainda mais agradável que 2021 para quem gosta de jogos eletrônicos. Tem games para todos os gostos, jogos de corrida, ação, RPG etc. Além disso, outro destaque é que a onda de jogos exclusivos deve se fortalecer neste ano, graças aos movimentos realizados pela Microsoft nos últimos anos. Confira aqui sete dos jogos mais esperados para 2022:

 

Pokémon Legends: Arceus

O ano já começa movimentado com o lançamento de Pokémon Legends: Arceus para o Switch. O game é ambientado na região de Sinnoh e promete uma leva enorme de monstrinhos para capturar, além de missões em um mundo aberto. A Game Freak, desenvolvedora do jogo, promete  uma mudança sensível no estilo de jogo em comparação com o recente Sword and Shield e Shining Pearl. A mudança mais importante é o sistema de batalha, que está mais dinâmico.

 

Horizon Forbidden West

Gráficos de nova geração, gameplay mais apurada, ambientação envolvente, trilha sonora de alta qualidade e uma trama mais densa prometem elevar ainda mais a qualidade do sucessor de Horizon Zero Dawn. Como se não bastasse, o mapa de jogo deve ser ainda maior, além de contar com mais inimigos e novas mecânicas para enfrentá-los. A expectativa é que Forbidden West seja figurinha fácil nas principais premiações de melhores do ano.

 

Elden Ring

Outro concorrente de peso para o GOTY deve ser Elden Ring, caso todas as promessas sejam cumpridas. Desenvolvido pela FromSoftware e com o auxílio de George R. R. Martin, Elden Ring não deve desapontar os fãs da série Souls graças a um mundo aberto maior permeado de criaturas grotescas e NPCs nenhum pouco confiáveis.

 

Gran Turismo 7

No final de 2021 os sonystas ficaram vendo a franquia Forza correr sozinha e despontando como o maior e mais ambicioso Racing game já feito com Forza Horizon 5. Pois em 2022 a franquia Gran Turismo retorna prometendo ao menos desafiar no campo de simulares de corrida, trazendo uma jogabilidade mais fiel jamais vista, um novo modo campanha e uma coleção de bólidos fotorrealistas.

 

Starfield

Starfield será a primeira nova IP da Bethesda em 25 anos, sendo possivelmente o jogo mais ambicioso do estúdio desde Skyrim. Aqui teremos viagens interestelares, exploração planetária e centenas de missões improváveis. Como em todo RPG da Bethesda, o jogador cria seu avatar e sai explorando o mundo (universo) sem muitas ressalvas. Ah, e vale lembrar que agora o título será um filho da Microsoft.

 

God of War: Ragnarok

Após um adiamento inesperado, God of War: Ragnarok chega em 2022 como o mais esperado jogo já feito pela Santa Mônica. Kratos e Atreus voltam a fim de impedir o Ragnarok e descobrir mais sobre o Deus Loki. Ao contrário do que se esperava, não haverá uma trilogia, sendo este o capítulo final das aventuras nórdicas de Kratos

 

Breath of the wild 2

Outro game que deve fazer bonito em 2022 é a sequência de Breath of the Wild, a grande sensação de 2017. Ainda sem nome definitivo e data certa de lançamento, este aqui promete pegar tudo que o antecessor fez e elevar a um novo patamar. Ainda que poucas informações tenham saído, sabemos ao menos que os jogadores poderão se aventurar pelos céus de Hyrule, o que forçará a Nintendo a implementar novas e elaboradas mecânicas. E se você acha que é bobagem hypear um jogo sem muitos detalhes, lembre-se que não se trata de um jogo qualquer, mas sim de Zelda, a pedra mais preciosa da coroa da Nintendo.

Top 7 – Maiores polêmicas envolvendo videogames

Produtos voltados aos jovens sempre estiveram envoltos em polêmicas das boas e você provavelmente já vivenciou algumas. Recentemente uma reportagem da TV Record associou o anime Death Note a transtornos mentais. Quem é das antigas já viu a emissora fazer algo semelhante com os videogames, como na vez em que associou o Massacre de Realengo aos videogames. Pensando nesses episódios elencamos sete vezes em que os videogames se viram envoltos em polêmicas grandes demais para os produtores. Tem polêmica envolvendo violência, jogo mal produzido e até loot boxes abusivas. Vem ver!

 

GTA e um “Café quente”

O ano de 2004 foi extremamente positivo para os fãs de videogames, afinal foi nesse ano que os jogadores colocaram as mãos em preciosidades como Ninja Gaiden, Silent Hill $: The Room, Half Life 2, Need for Speed: Undergroud 2 e The Legend of Zelda: The Minish Cap. Mas nenhum jogo da época foi mais grandioso que Grand Theft Auto: San Andreas. Além de se tornar o número 1 em vendas globais, o título ainda colecionou aclamação da crítica e do público. A Rockstar estava nas nuvens.

O jogo era gigantesco para os padrões da época, com variadas missões e coisas a fazer nas três cidades do Estado. Com tanta gente jogando o game era certo que uma hora alguém encontraria segredos que nem mesmo a Rockstar gostaria. Pois bem, apesar de retratar assassinatos, roubos de carro e violência urbana gratuita, a sociedade não estava preparada para encarar o minigame “Hot Coffee”, que retratava CJ em momentos calientes com uma das suas namoradas.

Quem não curtiu nada foi a ESRB, que mudou a classificação do game para “adulto”, o que dificultava o acesso de muitos adolescentes ao título. Você deve se lembrar que era a época das lan houses e muita gente ia nesses ambientes para jogar GTA tranquilamente e por conta da nova classificação o game foi impedido de rodar em máquinas do tipo. Após muita reclamação e começar a perder dinheiro, a Rockstar mudou o código do game a fim de retirar o conteúdo, possibilitando que adolescentes voltassem a ter acesso ao game.

 

“Compre o Xbox 360”

Após uma geração extremamente bem sucedida com o Xbox 360, parecia que a Microsoft ditaria o ritmo mais uma vez com o Xbox One, uma máquina que prometia revolucionar os videogames com melhorias na rede online, sequencias de franquias matadoras e apoio das third parties. Porém Don Mattrick, CEO da divisão Xbox da época  jogou um balde de água fria nos fãs da marca. Durante o evento de revelação damáquina, o executivo disse que o console demandava que o jogador estivesse online permanentemente, não haveria possibilidade de comprar uma versão sem o Kinect, você não poderia trocar ou vender seus jogos usados e teria um preço de 499 dólares (100 a mais que o Playstation 4).

Obviamente as notícias não agradaram a todos. Um jornalista questionou Mattrick sobre o fato de há muitos fãs do Xbox sem conexão com a internet ao redor do mundo, ao que o executivo disse: “Felizmente nós temos um produto para as pessoas que não tem infelizmente a condição de ter um Xbox One e que se acha Xbox 360.”

A frase foi captada em vídeo e circulou a internet, angariando a fúria de muitos jogadores e desconfiança em relação ao futuro do Xbox One.

 

Loot Box demais em Star Wars: Battlefront 2

Star Wars Battlefront II de 2017 aparentava ser tudo o que os fãs da franquia queriam: batalhas espaciais viscerais na terra e no espaço, diversos planetas para conquistar e diversos veículos. É bom lembrar que na época os fãs estavam em uma relação de puro amor com a franquia. Assim, a EA achou que seria de bom tom tentar lucrar o máximo possível com o jogo e ninguém iria reclamar. A versão beta veio com tantas loot boxes que davam vantagens injustas aos compradores que ficou claro que o game era “pay to win” da forma mais grotesca possível.

Ao invés de mudar o game, a EA decidiu postar uma declaração no Redditexplicando porque tomaram essa decisão. Evidentemente a desculpa não foi aceita e a pressão popular foi mais forte do que os produtores podiam segurar. Ao final a EA removeu essas mecânicas e lançou um game mais amigável para quem não tinha condições de comprar loot boxes a cada minuto.

 

Cyberpunk 2077 se torna a maior decepção em décadas

Cyberpunk prometia ser o maior e mais ambicioso da CD Projekt RED. Parecia impossível dar errado, afinal esses caras haviam entregado o ótimo The Witcher 3 pouco antes e Cyberpunk 2077 estava em produção ainda antes da geração Playstation 5 ser oficialmente lançada. Os produtores inclusive se gabavam de que o mapa de jogo seria uma escala jamais vista antes.

Entretanto foi os jogadores colocar o game para rodar que a decepção começou: no geral parecia um game não terminado, com muitos bugs e mal acabamento. O título até se encerrava sozinho durante a jogatina, carros caiam do céu ou explodiam e os NPCs pareciam realmente burros. A crítica da IGN disse que o game é injogável e indesculpável vindo do mesmo estúdio de The Witcher 3. A Sony ficou tão aborrecida com as reclamações e as insistentes solicitações de reembolso que decidiram retirar o game da loja do Playstation.

 

Watch Dogs ensina que demo é demo e jogo é jogo

Quando um trailer parece bom demais pra ser verdade fique alerta! Se Killzone já se mostrou um desastre e Dead Island foi traumaticamente ruim em comparação ao que o trailer prometia, nada pode ter sido mais decepcionante do que comparar a primeira aparição em 2012 de Watch Dogs com o que foi lançado um ano depois.

A impressão que a primeira aparição deu foi que se tratava de um jogo de nova geração, fotorrealista, com uma mecânica nova e uma cidade vibrante. O que foi lançado não estava nem perto do que foi anunciado, tão pouco de ser um jogo de nova geração. Os gráficos eram bem simples e a jogabilidade estava abaixo até mesmo de GTA IV. Tal como ocorreu com Cyberpunk 2077, muita gente pediu reembolso, mas muitas lojas negaram, uma vez que o jogo era de fato funcional.

 

Mortal Kombat e o selo de classificação

Se hoje em dia existe um órgão de classificação de jogos eletrônicos, você pode (e deve) botar a culpa em Mortal Kombat. Em uma época em que os jogos tentavam ser o mais fofos possíveis, MK continha fatalidades e mortes impiedosas em lutas viscerais. Em 1993, o Congresso dos EUA convocou uma audiência para debater o tema da violência nos videogames, onde muitas autoridades disseram que games do título deviam ser banidos e seus produtores passar um tempo na prisão. Até mesmo Ed-Boom, produtor do game concordou que não deixaria seu filho menor ter acesso ao game.

Seguido dessa polêmica, Mortal Kombat se viu proibido de chegar em alguns países, enquanto que em outros ele teve de ser censurado. Notoriamente a versão de SNES trocou a cor do sangue dos personagens. A polêmica acabou ajudando a franquia de certo modo, pois a fama rendeu muito lucro, mas não há como negar que MK 2 foi o grande divisor de águas quando se fala de videogames e violência.

 

Doom e o Massacre de Columbine

Já contamos essa história uma vez, mas vale a pena relembrar essa polêmica: em 1999 dois adolescentes entraram armados até os dentes e atiraram contra seus colegas de escola e professores, ceifando a vida de 12 pessoas antes de cometerem suicídio. Na época o episódio foi visto como a maior tragédia envolvendo armas de fogo em solo americano.

Quando a polícia investigou o passado dos alunos, descobriram que ambos eram viciados em Doom, tendo até mesmo criado uma versão da escola no jogo. Pronto, a confusão estava armada. Associações de pais e a mídia logo apontaram os videogames como os responsáveis pela carnificina. Quanto mais investigavam Doom, mais parecia que o jogo era um elaborado plano para desvirtuar os jovens americanos, desde os símbolos nazistas até os portais que traziam demônios. Tal como ocorreu com Mortal Kombat, Doom teve de passar pelo crivo da justiça, pois diversos pais dealgumas das vítimas processaram os produtores do game, mas sem sucesso.