Conheça Puzzimals, o puzzle “tile-matching” mais fofinho da temporada

Hoje o destaque vai para Puzzimals, um game indie do gênero tile-matching desenvolvido pelo gamedev Diego Giacomelli, de Porto Alegre. O título desafia os jogadores a aumentar sua pontuação ao agrupar animais iguais. O game está em fase final de desenvolvimento, tendo aberto recentemente inscrições para o open beta, a fim de melhorar suas mecânicas e jogabilidade.

Puzzimals conta com lançamento planejado ainda neste ano. De acordo com Diego, o jogo de puzzle será inicialmente lançado para Android, mas os dispositivos da Apple também terão sua versão em breve. O game não se diferencia muito de outros expoentes do gênero, como Candy Crush. O macete é que ele possui animais fofinhos e animações divertidas, o que deve atrair principalmente as crianças e jogadores casuais.

Puzzimals traz de volta os que os amantes de puzzles e match 3 games adoram: quebra-cabeças criativos e combos quase infinitos. São mais de 100 fases e diversos elementos, como gelo, quadrados, coringas, bombas etc. Você pode contribuir para a melhoria do projeto ingressando no open beta clicando aqui.

Abaixo você confere o trailer de Puzzimals:

73,4% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos, aponta PGB 2020

Mais uma edição da Pesquisa Games Brasil (PGB) acaba de sair do forno e, sem surpresas, revelou que o mercado segue forte e em pleno vigor. Alguns dados mostram que em 2020, 73,4% dos brasileiros dizem jogar jogos eletrônicos, independentemente da plataforma. Isso representa um crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior.

De acordo com a Sioux Group, os organizadores da PGB, foram ouvidas 5.830 pessoas em 26 Estados e no Distrito Federal no mês de fevereiro. Os dados servem para estudar os hábitos dos jogadores, servindo de base para investidores da indústria. A 7ª edição da pesquisa ainda oferece um Painel LATAM que busca traçar o perfil geral do jogador latino-americano, com 3.229 participantes de México, Argentina, Colômbia e Chile.

De acordo com a PGB, os adultos entre 25 a 34 anos são os que mais jogam jogos eletrônicos no Brasil representando 33,6% do público gamer brasileiro. Em seguida aparecem os jovens de 16 a 24 anos (32,5%). Já em relação ao sexo biológico, contrariando o senso comum de que videogame é coisa menino, desde 2016 a PGB vem apontando que as mulheres são maioria entre os gamers. Em 2020, elas continuam na dianteira, representando 53,8% deste público no Brasil.

O jogo na palma da mão

Num país com 220 milhões de smartphones, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas), não surpreende que estes aparelhos, cada vez mais poderosos, tenham caído no gosto do jogador: o celular é a plataforma mais utilizada pelo brasileiro para jogar, com 86,7% da preferência, segundo a PGB. Os consoles, com 43,0%, e o computador, com 40,7%, vêm em 2º e 3º lugares.

Comprovando a vocação do smartphone para os games, estes aparelhos são também a plataforma de jogo favorita, com 52,0% da preferência, um crescimento de 7,0% em relação ao ano passado. Fatores como poder jogar em qualquer lugar, ter o celular sempre à mão e o avanço na qualidade gráfica dos jogos estão entre os principais motivos apontados pelo público para justificar a preferência pelos smartphones.

“Faz muito sentido o brasileiro cada vez mais preferir jogar no smartphone. Dentre as plataformas de jogos, é a mais acessível e talvez a mais multipropósito, sendo um investimento que vale a pena para grande parte da população por conta das opções de comunicação e entretenimento”, esclarece Mauro Berimbau, professor da ESPM e consultor Go Gamers.

Holofotes na nova geração de vídeogames

Atenta à iminente chegada da nova geração de consoles, a PGB traz um termômetro dos gamers brasileiros em relação aos próximos videogames. Para os consumidores, o fator mais relevante é o preço, com 73,0% declarando que este será o ponto mais importante para a decisão de compra.

A grande parte dos consumidores acredita que os valores se manterão entre R$ 2.000 a R$3.000 (31,8%), enquanto alguns especulam que chegarão até os R$ 5.000 (27,4%). Em relação ao que julgam ser um preço justo a se pagar pelos aparelhos, 50,4% definem em R$ 2.000, com uma parcela menor disposta a pagar até R$ 3.000 (28,2%).

O segundo ponto de maior importância para o brasileiro (72,1%) é a experiência cross-platform — permitir que jogadores de plataformas diferentes joguem simultaneamente. Na sequência, vem a retrocompatibilidade com 69,7% — possibilidade de jogar games antigos nos consoles novos —, boa experiência em Realidade Virtual (VR) com 68,5% e jogos exclusivos com 53,2%.

Consumo e prática de eSports

A PGB procurou mapear o conhecimento dos jogadores brasileiros em eSports (esportes eletrônicos), questionando o quanto que os gamers praticam as modalidades e consomem partidas transmitidas em canais de televisão ou de streaming. Ao todo, 65,6% do público afirma conhecer a modalidade, e 44,7% destes praticam.

“No mapeamento, fica perceptível que o segmento hardcore é o mais envolvido com eSports, com 64,0% do grupo praticando algum título. Já os gamers casuais são os menos adeptos, com apenas 30,8% de praticantes. Desta forma, apesar do seu crescimento em consumo e em espaço na mídia, eSports continuam sendo considerados uma novidade, já que muitos jogadores brasileiros ainda desconhecem a atividade”, complementa Silva.

Em relação aos espaços de consumo, existe um claro domínio do YouTube, com 74,4% do público hardcore acompanhando partidas por este canal, seguido pelo Facebook (41,3%), Twitch (31,8%) e, em quarto lugar, pela TV Paga (25,2%). A Twitch teve o crescimento mais expressivo em termos penetração neste público, subindo 33,0% em relação ao ano anterior.

Acesse o site oficial da PGB para saber mais sobre a 7ª edição do estudo e baixar a versão gratuita.

Game Nacional – Startup brasileira pré-seleciona talentos e games nacionais para lançamento no Switch

Já imaginou publicar seu jogo para o Nintendo Switch, o mais recente sucesso da Nintendo? Pois eis a oportunidade batendo à porta: a Game Nacional, primeira startup brasileira dedicada a jogos brasileiros, está selecionando projetos para porte ao console. O objetivo é catapultar games ambiciosos e gerar visibilidade e comercialização aos seus produtos a nível mundial.

Segundo a Game Nacional, a busca é por projetos em estágio final (até 75%) ou já concluídos. Isso se deve a problemas que a startup teve no passado ao se envolver com produtores que não finalizaram seus games no tempo acordado, o que gerou prejuízos. Com a nova diretriz, minimiza-se os riscos de investimento desperdiçado da Game Nacional ou dos seus sócios.

“Apoiamos para que os projetos cheguem ao mercado internacional, gostamos dos verdadeiros talentos, aqueles desenvolvedores que cumprem prazos e compromissos, e que apesar de indie atuem como verdadeiros profissionais no que foi combinado. Aqueles que precisam de apoio e não se achem superiores aos outros devs”, disse Adriano Reis, diretor de parcerias e fundador da startup.

De acordo com a Game Nacional, o próximo projeto apoiado pela empresa é o game John The Zombie, que ficou famoso na internet por você colocar o jogador no papel de um zumbi comendo cérebros dos moradores da cidade de Johnwood. O título já está sendo portado para o Nintendo Switch.

Se você tem um game em projeto de finalização ou já concluído e quer ter a oportunidade de lançá-lo em outros mercados, basta enviar um e-mail para [email protected] com imagens ou um vídeo do game.

Abaixo você confere o trailer de John The Zombie, game apoiado pela Game Nacional: