President Evil – RPG desenvolvido por brasileira é ambientado na pandemia do coronavírus

O Coronavírus é a pauta do momento e ainda será o assunto mais importante por muitas semanas ao passo que ele paralisou quase todas as atividades sociais mundo afora. É justamente esse o tema central do RPG de mesa President Evil, desenvolvido pela desenvolvedora Paola Giometti. Além da pandemia, outra motivação para a criação do jogo foram as falas do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Aqui você deve sobreviver ao vírus ao passo que encontra com figuras “ilustres” como o “Nadador de esgoto” e o “Atleta na juventude”.

Para jogar President Evil você precisa de poucos materias: lápis e borracha, folha de papel e alguns dados que você possa ter em casa. A criatividade é o que dita as regras do jogo, tal como é de praxe no jogos de RPG. A ideia é levar para o centro da sala de estar um jogo divertido, atual e bastante crítico ao atual mandatário do país.

“As informações contidas no jogo foram inspiradas nas frases do presidente do Brasil durante a pandemia de corona vírus e não expressam a minha opinião”, diz Paola. “Os climas tensos que as redes socias têm criado me deu um bom estímulo para criar um sistema de RPG que pudesse oferecer classes de personagens bizarras para você jogar”, continua a escritora.

Os personagens são o grande destaque no jogo, sendo que cada um tem suas próprias habilidades. Um Nadador de Esgoto, por exemplo, possui + 6 de pontos de imunidade e a Habilidade Adicional de Natação. Já o Atleta na Juventude, é capaz de fazer espacate e saltar grandes distâncias. São essas habilidades que serão utilizadas para desviar do coronavírus.

Sim, o objetivo do jogo é manter a imunidade e se safar da contaminação que virá uma hora ou outra. Caso seu personagem esteja com a imunidade baixa, você sofrerá graves consequências como “É só um resfriadinho”, até que seu personagem não tenha mais condições de continuar e precise ser entubado ou ele morre.

De acordo com Paola, encontrar medicamentos, vacinas ou comida será tarefa árdua, mas necessária para progredir a jogatina em President Evil. A comida é essencial para os personagens recuperarem imunidade ao longo do tempo e não deve ser subestimada, mesmo que fique mais difícil encontrá-la com o comércio e recursos escassos.

O game é recomendado para jogar de 2 a 6 participantes com idades à partir de 14 anos, já que a história pode conter violência, mas você pode adaptar o jogo para que seja algo mais brando e jogar com seu irmão de 11 anos. A intenção é reunir a família nesta pandemia e se divertir com o bom e velho jogo analógico. O jogo pode ser baixado aqui.

Sobre a autora

Para quem não conhece, Paola é brasileira, mas reside em Tromsø, na Noruega, onde é reconhecida por suas obras, inclusive na rede de ensino. Formada em biologia e PhD em Ciências, teve sua carreira artística bem cedo, aos 11 anos, quando foi considerada a escritora mais jovem do Brasil com a publicação do livro Noite ao Amanhecer. Escreveu a série Fábulas da Terra composta pelos livros O Destino do Lobo, O Código das Águias e O Chamado dos Bisões.

Jaguareté: O Encontro – RPG brasileiro foca nos primeiros contatos entre europeus e indígenas

Um dos períodos históricos mais importantes da história foi o descobrimento do Brasil pelos europeus, não por acaso é um dos temas mais estudados por historiadores e pesquisadores de centenas de universidades país afora. É justamente esse contato entre os nativos e os colonizadores que deram o pano de fundo para Jaguaretá: O Encontro, livro de RPG criado por estudantes da UFPR (Universidade Federal do Paraná), que acaba de ser lançado.

Jaguareté: O Encontro” é ambientado no período do primeiro contato entre os europeus e os povos nativos ocupantes do território que viria a ser chamado de Brasil. Diferente de outros RPGs que já abordaram o assunto, o material produzido pelo Museu inova por focar a visão de mundo das etnias indígenas que aqui viviam e pelo rigor acadêmico do conteúdo. A ideia é que os leitores possam entender mais sobre a cultura indígena.

O projeto recebeu bastante atenção dos membros envolvidos no desenvolvimento, a fim de trazer fidelidade histórica. Tanto é que para a construção do cenário e dos personagens os alunos realizaram um amplo trabalho de pesquisa com fontes etno-históricas e etnográficas. O objetivo foi recriar tão aproximada quanto possível, das cosmologias e práticas sociais dos diversos grupos étnicos presentes no Brasil Colonial. Assim, animais, seres míticos, corporalidades, faces, vestimentas, armas, habitações, enfeites, práticas curativas, encantamentos, remédios e venenos foram cuidadosamente pensados, desenhados e narrados em suas relações cotidianas neste livro.

Segundo Fábio Marcolino, idealizador e produtor cultural de Jaguareté, o RPG é uma ferramenta pedagógica para a imersão em uma cultura diferente da nossa, pois possibilita enxergar o mundo com outros olhos. O jogo foi desenvolvido por alunos bolsistas de graduação das áreas de ciências sociais, história, design e artes visuais participantes de projetos de extensão universitária do MAE, orientados pela então chefe da Unidade de Etnologia do MAE-UFPR e professora do Departamento de Antropologia da UFPR (DEAN-UFPR) Laura Pérez Gil (atual diretora do MAE) e pela historiadora do MAE-UFPR Bruna Marina Portela.

“Apesar de esse encontro [entre europeus e indígenas no século XVI, onde está ambientado o jogo] ser um encontro interétnico, nós tentamos dar uma ênfase à perspectiva indígena. Como estes indígenas estão no mundo? Como se relacionam com os outros? Como é o ambiente no qual eles vivem? Nós tentamos trazer um pouco desta perspectiva que geralmente não está presente na escola.” disse a professora Laura Pérez Gil, durante o lançamento do Jaguareté em 2014.

Além da versão física, é possível baixar e ler online gratuitamente o Jaguareté: O Encontro pelo Issuu e também baixar gratuitamente na página da Editora o PDF.

 

Serviço: “Jaguareté: O Encontro” disponível para venda

Valor: R$ 100,00

Como Adquirir: http://www.editora.ufpr.br/portal/livros/jaguarete_o_encontro/

Top 6 – Motivos para começar ou voltar a jogar Ragnarok Online

Engana-se quem pensa que Ragnarok Online já era! O MMORPG da Level Up Games! continua muito vivo e forte entre uma comunidade. Se você parou de jogar, saiba que existem muitos motivos para reinstalar o game no seu PC e voltar a desbravar as terras de Rune-Midgard. Aliás, vale dizer que o título está se adaptando aos novos tempos. Um exemplo é a parceria com o jogo do momento, o battle royale mobile Free Fire, que está tendo um evento com skins de classes e monstros do jogo de PC, como o pet poring, os gorros de poring e skins de gatunos e guerreiros.

Foi pensando na importância de Ragnarok que o pessoal da Theo Games elaborou uma lista com 6 razões que tornam Ragnarök Online tão envolvente, seja para veteranos de longa data ou mesmo novatos que buscam começar agora suas aventuras pelos servidores. Confira:

 

  1. É de graça!

Talvez o motivo mais direto para testar Ragnarök Online é que ele não custa nada para jogar. Basta visitar o site oficial, baixar o game e começar a se aventurar.

 

  1. É leve

Você não precisa um computador da NASA ou de uma conexão à internet de ponta para rodar Ragnarök Online. Mesmo levando em conta os gráficos charmosos que misturam 2D e 3D, com praticamente qualquer máquina você já consegue se divertir.

 

  1. Novidades e mais de 15 anos de expansões

Ragnarök Online não é um mundo estático e recebe diversos updates, com novidades a cada mês, como itens cosméticos, quests e muitas surpresas. O jogo recebeu expansões constantemente desde o lançamento. Resultado: há um enorme mundo a ser explorado. A história também cresceu, desenvolvendo-se em nada menos que 37 episódios. Como o histórico update de dezembro de 2019 com os adoráveis gatos Doram, a primeira raça não-humana jogável do game.

 

  1. Crie um personagem único

Não só o mundo se expandiu nesse tempo, mas as possibilidades de jogar também. Hoje Ragnarök Online traz nada menos que 51 classes de personagens e 10 caminhos diferentes para escolher. Você pode ser um Espadachim, Arqueiro, Justiceiro, Gatuno, Mago, Alquimista, Arcebispo, Musa, Insurgente e muito mais!

 

  1. Fácil de aprender

Com tanto conteúdo, Ragnarök Online poderia ser intimidante para começar, mas uma série de guias, vídeos e tutoriais oficiais ajudam os novos jogadores a se tornarem verdadeiros mestres. E se ainda ficaram dúvidas, é só perguntar no fórum ou no canal oficial do Discord que alguém certamente irá ajudar.

 

  1. A comunidade

Ragnarök Online se tornou mais do que um jogo, mas uma gigantesca família com estimados 25 milhões de jogadores pelo mundo inteiro. Os brasileiros são particularmente apaixonados pelo jogo e adoram ajudar quem está voltando ou chegando agora e esta comunidade. E amam também se ver ao vivo, como nos populares “Ragnadays”, animados encontros da comunidade que acontecem mensalmente em São Paulo.