Itaú investe no desenvolvimento de Camp Wars, jogo 100% brasileiro

Em mais uma iniciativa da plataforma #IssoMudaOGame, o Itaú Unibanco anuncia uma parceria com Pedro Caxa, desenvolvedor de jogos e idealizador do Camp Wars – game em que duas equipes correm contra o tempo para capturar três bandeiras dos adversários e já é sensação nas redes sociais, mesmo antes do lançamento. O jogo será gratuito e tem previsão de estar disponível online a partir de 15 de outubro.

De acordo com Robson Harada, superintendente de Growth Marketing do banco, o objetivo da proposta é o fomento da indústria nacional de desenvolvimento de jogos.

“Temos uma série de grandes estúdios produzindo games nacionais tão bons quanto aqueles que são feitos em outros lugares do mundo. Mas o que queremos, com a nossa marca e histórico de apoio a grandes causas, é dar voz e visibilidade para projetos como o do Pedro, que começou como um jogo de estudo e foi abraçado pela comunidade gamer e nas redes sociais, onde o Pedro é um fenômeno. Precisamos e queremos que mais pessoas como ele tenham a chance de se desenvolver e tirar do papel suas ideias”, explica Harada.

Apesar de ser um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS) inspirado nos clássicos da categoria, o Camp Wars traz o conceito com uma mecânica nova e muito divertida: no lugar de balas, as armas jogam slimes (massa de modelar) nos adversários que perdem a mobilidade de acordo com a região do corpo atingida. Caso não seja salvo por um parceiro de time a tempo, o jogador que ficou preso não é eliminado, ele volta para a base de início.

Harada completa dizendo que essa não deve ser a única iniciativa do banco para desenvolvedores de jogos.

“Quando falamos em mudar o game, isso está diretamente ligado a olhar para o que acontece além do que está na frente da tela e entender a fundo esse mercado com tanto potencial de crescimento, gerando renda e oportunidades para as pessoas. O Pedro é um jovem muito talentoso, com uma história de superação proporcionada pelos games e sabemos que, como ele, muitos outros estão espalhados pelo Brasil e só precisam de uma oportunidade para transformar suas vidas”.

InfoJobs elenca 5 vantagens de incorporar a gamificação nos processos seletivos

Encontrar, conquistar e reter talentos são algumas das tarefas mais complexas para o setor de recursos humanos nos dias de hoje. Isto ocorre pela dificuldade em encontrar mão de obra capacitada para as vagas que os recursos humanos necessitam para ocupar os mais variados cargos. Algumas empresas já começam a apostar na gamificação para identificar talentos.

Uma das empresas que estão atentas a essa técnica é a InfoJobs, que vê a gamificação como uma ferramenta inteligente que torna os processos seletivos mais dinâmicos e interessantes – tanto para os candidatos quanto para os recrutadores.

De acordo com Adilson Souza, Sales Manager da InfoJobs, uma gamificação eficiente deve ter elementos como: desafios, objetivos, recompensas (pode ser pontos), níveis para avançar, história, motivação para continuar, diversão e competição saudável.

“Ao criar uma experiência imersiva e interativa, utilizando elementos de jogos, é possível avaliar e identificar habilidades que não seriam descritas no currículo ou comprovadas com certificados. Fora isso, o elemento lúdico ajuda a descontrair o momento que pode ser angustiante e estressante para a maioria dos profissionais”, afirma Souza.

Dentro desse contexto, o executivo separou cinco principais vantagens em incorporar gamificação nos processos seletivos.

1. Aumento do engajamento: isso porque a gamificação estimula os profissionais a cumprirem cada etapa, e internamente acontece até uma interação entre os participantes da atividade para acompanhar a evolução.

2. Maior motivação: sempre que temos um objetivo e uma recompensa a motivação torna-se maior, além disso, a mente humana gosta de superar desafios, por isso essa inovação é tão eficiente.

3. Treinamentos mais eficientes: essa prática permite que os colaboradores tenham uma experiência mais positiva e maior absorção do conteúdo, isso porque vão desenvolver novas habilidades, mas de forma mais lúdica e simples, tirando o aspecto cansativo dos treinamentos.

4. Experiência do candidato: com a gamificação é possível reduzir a tensão da avaliação dos processos seletivos e os candidatos tendem a ter um desempenho mais positivo.

5. Satisfação e marca empregadora: para candidatos e colaboradores a gamificação torna os processos mais fluidos e aumenta a interatividade com a empresa. Esses são pontos importantes para garantir a satisfação, e assim, conquistar recomendações, reter talentos e melhorar a reputação da empresa.

“A gamificação por si só não vai garantir o fim de todos os problemas de uma empresa. Porém, se bem aplicada, com uma ferramenta de qualidade e confiança, pode e deve gerar melhores resultados, como os citados acima”, acrescenta Adilson Souza.

Por conta da pandemia, inclusive, os processos seletivos de muitas empresas passaram a ser feitos internamente online, o que acabou aumentando a procura por ferramentas digitais, como o PandaPé, software de digitalização de processos seletivos do InfoJobs, que iniciou uma parceria com a Seppo, ferramenta online de gamificação, para tornar os processos ainda mais dinâmicos e interessantes.

“Além dos muitos benefícios para os candidatos, a prática também pode ser aplicada com os colaboradores, para garantir maior engajamento e produtividade. Por exemplo, o InfoJobs realizou recentemente a ‘InfoOlimpíadas’, dinâmica na qual havia atividades “olímpicas” entre os funcionários, com base em gamificação. A ideia era, além de diverti-los, reforçar a cultura com o game, falando da história, valores e produtos da empresa”, finaliza o executivo.

Startup transforma jogos de tabuleiro da Grow em voice games

Já ouviu falar em Voice Games? Se não ouviu falar, se prepare: essa tecnologia vai aparecer cada vez mais no noticiário. Trata-se de jogos que podem ser controlados por voz. Mesmo começando agora, o Brasil já desponta na frente do mercado latino-americano de voice games. Especialistas afirmam que é o começo de uma indústria, que irá acelerar e muito já em 2021. Ao lançar no ano passado o voice game Mestre da Bola Tupi , em parceria com a rádio Tupi do Rio de Janeiro, a Vux iniciou suas operações em um mercado promissor e com alto potencial de crescimento.

O sucesso do jogo de perguntas e respostas sobre futebol na plataforma do Google Assistente, que já reúne cerca de 200 mil jogadores, motivou um maior investimento da VUX Games, a primeira empresa brasileira 100% focada no desenvolvimento de voice games. Nós nos vemos muito qualificados porque estamos há três anos, desde 2018, no mercado desenvolvendo voice apps.

“Nosso time já sabe desenvolver a relação homem-máquina usando a voz. O mercado de games é um dos que mais cresce no mundo, sendo a principal indústria de entretenimento. E as perspectivas são de que o mercado de games para voz exploda nos próximos anos. Nós da VUX queremos terminar 2021 com 10 jogos em nosso portfólio, e ao menos três deles globais”, aponta Brunno Gens, Chief Operating Officer da startup, que já nasceu com uma operação estruturada nos Estados Unidos, na Califórnia, hoje o principal mercado do segmento.

A empresa dá os primeiros passos de forma ambiciosa: ser um player global com foco exclusivo no mundo dos voice games. E, logo de cara, já atua em grandes mercados como Brasil, Estados Unidos e México, com três tradicionais jogos de tabuleiro na plataforma Google Assistente, em três idiomas – português, inglês e espanhol: Master, Perfil e Imagem & Ação, com a parceria de conteúdo com a Grow.

“Um caso de uso muito relevante nos assistentes de voz são os voice games, seja nos smart speakers, smartphones ou smart displays, pois é o momento que a pessoa pode interagir de forma muito agradável com a tecnologia. Através da Benext percebemos que esse mercado tinha um espaço para focar 100% no desenvolvimento de voice games. Então, foi uma coisa muito natural criar uma empresa para atuar com esse tipo de aplicativo de voz. Ou seja, buscamos juntar uma oportunidade de mercado, um caso de uso muito relevante e a experiência de três anos da Benext com voice apps” explica o COO.

A VUX está desenvolvendo jogos single players e multiplayers para que as pessoas possam jogar entre si. “O próprio Mestre da Bola Tupi já é um jogo multiplayer, que, em vez de você jogar sozinho, joga com o seu time de coração, podendo pontuar para o seu time. Isso aumenta ainda mais o engajamento”, ressalta Brunno.

Abaixo você confere um vídeo tutorial do voice game “Mestre da Bola Tupi”: