A Bladework Games apresentou Marked for Mayhem, seu primeiro jogo, durante a transmissão PC Gaming Show Tokyo Direct. O título combina exploração de masmorras, combate de ação e competição entre jogadores em partidas para até quatro participantes.
No jogo, os chamados Operators atravessam dimensões fragmentadas para enfrentar inimigos e chefes enquanto disputam medalhas e posições no ranking. Embora os jogadores compartilhem os mesmos desafios durante as partidas, a pontuação é individual e apenas um deles pode terminar no topo da classificação.
Marked for Mayhem
A progressão permite adaptar a configuração do personagem durante cada partida. Os jogadores poderão utilizar diferentes armas, habilidades e modificadores, criando combinações de acordo com os recursos encontrados ao longo das incursões.
Um dos principais elementos competitivos são os Disruptors, habilidades que podem ser usadas contra inimigos ou diretamente contra outros Operators. Elas permitem interferir no desempenho dos adversários e roubar pontos, adicionando uma camada de confronto entre os participantes.
Marked for Mayhem
A Bladework Games também confirmou planos de ampliar o conteúdo do jogo após o lançamento, com novos inimigos, biomas, armas e habilidades.
Apesar de ser o primeiro projeto do estúdio, a equipe responsável reúne profissionais que trabalharam em jogos como Heroes of the Storm, WildStar, Guild Wars 2, Skylanders, World of Warcraft e Star Wars: The Old Republic, além de experiências em empresas como Ubisoft, Disney, Tencent, Sony e Activision Blizzard.
Marked for Mayhem já pode ser adicionado à lista de desejos no Steam e na Epic Games Store. O estúdio também abriu inscrições para uma beta limitada, sujeita à disponibilidade dos servidores.
Kingdom Hearts é uma franquia de jogos eletrônicos que foi lançada em 2002, em um momento em que os jogos eletrônicos começavam a ganhar mais espaço na cultura pop. A mistura de personagens da Disney com personagens da Square Enix em um mundo repleto de magia, aventuras e batalhas conquistou fãs em todo o mundo. Hoje vamos relembrar essa mistura tão inusitada.
O primeiro jogo da série ainda é lembrado com muito carinho por muitos jogadores, principalmente por sua capacidade de despertar a nostalgia em quem cresceu assistindo aos clássicos da Disney. A trama segue um jovem chamado Sora, que se vê envolvido em uma guerra entre a luz e a escuridão e precisa salvar vários mundos da destruição certa. Ao longo da jornada, Sora encontra vários personagens icônicos da Disney e da Square Enix, como Mickey Mouse, Donald Duck, Pateta, Sephiroth e Cloud Strife.
Todo o caos nos diversos mundos é causado pelo aparecimento dos Heartless, seres criados a partir das trevas e da negatividade que residem nos corações das pessoas. Eles aparecem como criaturas sombrias e sem rosto, e são capazes de se reproduzir e evoluir, criando inúmeras variações de forma e tamanho. Essas criaturas são extremamente perigosas e são atraídas pelos corações cheios de escuridão, e muitas vezes sequestram pessoas para tentar corromper seus corações e transformá-las em mais Heartless. Eles também invadem mundos e tentam consumir a luz que neles existe, ameaçando a estabilidade e a sobrevivência desses lugares. Para combatê-los, Sora e seus amigos usam armas especiais, como a lendária Keyblade, que pode abrir portas para outros mundos e destruir os Heartless.
Uma das características mais marcantes de Kingdom Hearts é o seu sistema de batalhas em tempo real, que combinava elementos de ação e RPG de forma inovadora. O jogador controlava o personagem principal, Sora, enquanto ele lutava contra inimigos em cenários tridimensionais. O jogador podia atacar, desviar, bloquear e usar magias em tempo real, criando um sistema de batalha fluido e dinâmico.
O objetivo da equipe de criação foi combinar elementos de diferentes gêneros, oferecendo uma experiência única e agradável. As batalhas eram intensas e recompensadoras, com inúmeros combos e movimentos especiais que o jogador podia realizar. Além disso, o jogo também tinha um sistema de níveis que permitia ao jogador aumentar as habilidades de Sora e desbloquear novas habilidades de combate.
Outra inovação do sistema de batalhas de Kingdom Hearts foi a introdução de companheiros de equipe, como Donald e Pateta. O jogador podia controlar seus aliados, ordenando-lhes que usassem magias ou realizassem ações específicas durante as batalhas. Essa adição permitia ao jogador criar estratégias e táticas únicas para cada luta. Era como unir o melhor do RPG de ação com RPGs de turno.
As batalhas se mostravam bastante dinâmicas e a cada inimigo era necessário elaborar estratégias diferentes. Talvez um dos pontos altos seja as batalhas contra os chefões. Quem não se lembra de desafiar o Chernabog ou a Maleficent na forma dragão? Esse misto de inimigos proporcionava ao jogador uma experiência diversificada e desafiadora, mantendo as batalhas emocionantes e interessantes.
A equipe de desenvolvimento de Kingdom Hearts falou sobre a criação do sistema de batalhas, dizendo: “Queríamos criar um sistema que fosse fácil de entender, mas difícil de dominar. Queríamos que os jogadores se sentissem como heróis, lutando contra inimigos poderosos e salvando o mundo. E acreditamos que conseguimos atingir esse objetivo”.
O sistema de batalhas de Kingdom Hearts se tornou uma marca registrada da série e influenciou outros jogos de ação e RPG que vieram depois. Ele foi um exemplo de como a inovação e a criatividade podem levar a uma experiência de jogo envolvente e emocionante.
Outra característica marcante do game foi a trilha sonora, considerada uma das mais marcantes da história dos jogos eletrônicos. Composta por Yoko Shimomura, a trilha sonora é uma mistura de músicas originais e temas icônicos da Disney. A trilha era orquestrada e embalava todos os momentos do game de forme genial. Os gráficos do jogo eram considerados excelentes para a época em que foi lançado, e a arte do jogo é única e facilmente reconhecível.
Já a trama se mostrava bastante complexa e elaborada para a época. Em um dia ensolarado da Destiny Island, Sora presencia uma invasão de Heartless e o desaparecimento de seus amigos Kairi e Riku. A partir daí, Sora se vê como um escolhido pela Keyblade (uma arma mágica capaz de abrir outros muyndos e banir os Heartless para a escuridão). Sora então viaja para vários mundos Disney que estão sendo atacados pelas forças o mal. Para ajudar a resgatar seus amigos e derrotar a ameaça invasora, Sora conta com a ajuda de Donald e Pateta. A história apresenta uma luta entre a luz e a escuridão, entre o bem e o mal, e a jornada de Sora e seus amigos é uma reflexão sobre as batalhas internas que enfrentamos em nossas vidas.
A franquia Kingdom Hearts foi criada por Tetsuya Nomura, um dos produtores da Square Enix, que trabalhou em jogos como Final Fantasy VII, VIII e X. “Eu queria criar um jogo que agradasse a todos os fãs da Disney”, disse Nomura em uma entrevista. “Queria criar um universo onde personagens de diferentes mundos pudessem interagir”.
Uma das razões para o sucesso de Kingdom Hearts pode ser atribuída à sua relação com a Sony. O jogo foi lançado originalmente para o PlayStation 2, um dos consoles mais populares da época, e a Sony ofereceu suporte para a promoção e distribuição do jogo. Além disso, a Sony também ofereceu uma edição limitada do PlayStation 2, que vinha com uma cópia de Kingdom Hearts e um console personalizado com a arte do jogo.
Essa relação com a Sony foi uma parte importante da história do jogo e ajudou a estabelecer a franquia Kingdom Hearts como um dos principais pilares da PlayStation. A série continuou a ser lançada exclusivamente para os consoles da Sony, incluindo o PlayStation 3 e o PlayStation 4. No entanto, recentemente foi anunciado que a próxima entrada principal da série, Kingdom Hearts IV, será lançada não apenas para o PlayStation, mas também para outras plataformas, como o Xbox e o PC.
O impacto cultural de Kingdom Hearts foi enorme, especialmente na geração de consoles de 128 bits. A franquia ganhou um grande número de fãs e se tornou um clássico dos videogames. Mesmo após tantos anos, muitos jogadores ainda sentem carinho e admiração pela franquia.
Além de seu impacto cultural, Kingdom Hearts também foi um grande sucesso comercial, vendendo milhões de cópias em todo o mundo. O primeiro jogo da série vendeu mais de seis milhões de cópias, tornando-se um dos jogos mais vendidos da PlayStation 2. Isso levou a uma série de sequências e spin-offs, com novos personagens e histórias adicionais.
O futuro de Kingdom Hearts é incerto, mas os fãs da série aguardam ansiosamente por novidades. A franquia já deixou uma marca indelével na história dos videogames, e continua a inspirar novos jogadores a embarcarem na jornada emocionante de Sora e seus amigos. “Quando criamos Kingdom Hearts, queríamos fazer algo que nunca tivesse sido feito antes”, disse Nomura em uma entrevista recente. “Queríamos criar um universo onde personagens de diferentes mundos pudessem interagir. E acho que conseguimos fazer isso”.
Abaixo você relembra o icônico trailer de Kingdom Hearts no Playstation 2:
A Disney continua firme e forte no desenvolvimento de games, apostando em suas franquias mais famosas. A novidade é o anúncio de “Disney Illusion Island”, um jogo de aventura 2D cooperativo para até quatro jogadores, que será lançado exclusivamente para o Nintendo Switch em 28 de julho de 2023. Ainda de acordo com a Nintendo, a partir de hoje, os pedidos antecipados para “Disney Illusion Island” estão disponíveis por R$ 199,00 na loja online da Nintendo e em lojas varejistas.
“Os fãs irão se encantar com o lançamento da incrível experiência animada oferecida por Disney Illusion Island”, afirmou Luigi Priore, vice-presidente da Disney, Pixar e 20th Century Games. “Estamos empolgados em colaborar com o desenvolvedor Dlala Studios ao expandir o mundo de Mickey Mouse e seus amigos com uma nova história original, que une o jogo com um agradável estilo de arte desenhada à mão.”
Na trama, os jogadores devem se juntar a Mickey Mouse, Minnie Mouse, Pato Donald e Pateta em uma aventura para explorar a ilha colorida, rústica e misteriosa de Monoth e recuperar três Tomos mágicos, livros poderosos usados para proteger a ilha.
O jogo conta com as vozes dos dubladores de Mickey Mouse, Minnie Mouse, Pato Donald e Pateta, e uma partitura original orquestral. Além disso, o game convida os players a jogarem sozinhos ou formarem grupos com até três participantes em modo cooperativo, usando as habilidades especiais do time, como “Rope Drop”, “Leap Frog” e um “Abraço no Coração” para salvar a ilha. Eles também poderão descobrir os ricos biomas e ambientes nunca vistos, conhecer personagens peculiares e intrigantes, e revelar segredos escondidos. Mas a viagem não será fácil e, com o desenrolar da história, nem tudo será o que parece em “Disney Illusion Island”.
“As palavras não podem expressar a emoção que sentimos por aqueles que embarcarem nesta deslumbrante experiência com Mickey Mouse, Minnie Mouse, Pato Donald e Pateta”, disse AJ Grand-Scrutton, líder de desenvolvimento da Dlala Studios. “Foi um privilégio trabalhar neste título e esperamos que os jogadores do Nintendo Switch e os fãs de Disney em todo o mundo adorem jogar tanto quanto nós adoramos criá-lo”.
“Disney Illusion Island” já está disponível para reserva por R$ 199,00 e será lançado em todo o mundo exclusivamente para o Nintendo Switch em 28 de julho de 2023.