Museu Republicano de Itu lança mais um jogo educativo online

Já está no ar mais um quebra-cabeça online da série de jogos educativos do Museu Republicano de Itu, baseada nas obras que compõem o acervo da instituição. Dessa vez, o público tem o desafio de juntar as peças que formam a pintura “Carga das canoas”, assinada pelo artista Oscar Pereira da Silva, de 1920.

Pintada em óleo sobre tela, a obra integra a exposição “Viagens fluviais: homens e canoas na rota das monções”, que apresenta aspectos das expedições que se realizaram entre Porto Feliz (São Paulo) e Cuiabá (Mato Grosso) pelos caminhos das águas nos séculos 18 e 19.

O projeto de criação da série é coordenado pela supervisora do Museu Republicano, Profa. Dra. Maria Aparecida de Menezes Borrego, e desenvolvido pelo educadora Ms. Aline Antunes Zanatta e o graduando em Engenharia Elétrica na Universidade de São Paulo, Vitor Luiz Bortoloti Pereira.

Com programação própria desenvolvida para o museu, que também oferece versão acessível para deficientes visuais, os jogos interativos foram criados a partir da junção da tecnologia e do conhecimento histórico. “É uma forma de despertar ainda mais o interesse do público em conhecer o nosso acervo”, diz a supervisora.

História do Museu Republicano – O Museu Republicano “Convenção de Itu” foi inaugurado pelo Presidente do Estado de São Paulo, Washington Luis Pereira de Sousa, a 18 de abril de 1923 e desde então subordinou-se administrativamente ao Museu Paulista que, em 1934, tornou-se Instituto complementar da recém-criada Universidade de São Paulo e a ela se integrou em 1963.

É uma instituição científica, cultural e educacional, especializada no campo da História e da Cultura Material da sociedade brasileira, com ênfase no período entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, tendo como núcleo central de estudos o período de configuração do regime republicano no Brasil.

Encontra-se instalado em sobrado histórico em Itu, erguido nas décadas iniciais do século XIX, e que se tornou residência da família Almeida Prado. Foi nesse local que se realizou, em 18 de abril de 1873, uma reunião de políticos e proprietários de fazendas de café para discutir as circunstâncias do país e que, posteriormente, se transformou na famosa Convenção Republicana de Itu, marco originário da campanha republicana e da fundação do Partido Republicano Paulista. Para jogar, clique aqui.

Jogos antigos devem migrar para o caminho dos jogos online e tornar as crianças mais criativas, segundo pesquisadora

Unir o novo com o antigo, é essa a perspectiva que um grupo de pesquisadores vislumbram para o mercado de jogos eletrônicos para o futuro. Para a pesquisadora Sonia Livinstone, da London School of Economics, as Brincadeiras antigas são a nova inspiração para a criação de jogos online. Isso se justificaria, segundo a pesquisadora, devido a uma tendência ao esgotamento da criatividade e redução dos benefícios do entretenimento digital que será revertida apenas se os criadores de jogos, as empresas e as famílias buscarem inspiração no mundo real, analógico, para desenvolver e usar novos jogos online.

Livingstone coordenou uma pesquisa e divulgou uma lista de 12 características que devem ser fortalecidas nos jogos eletrônicos do futuro. Em seu relatório “Playful by Design” (algo como “divertido seguindo princípios ou propósitos”), Livingstone apresenta ainda os resultados de pesquisas feitas com as próprias crianças e adolescentes sobre o que elas mais apreciam e o que mais incomoda no uso cada vez mais intenso de jogos online.

A pesquisadora inglesa é o destaque no lançamento da plataforma “Jogos Online, Infância e Adolescência” (JOIA), uma iniciativa da rede “Games for Change América Latina”. O relatório “Playful by Design” será lançado com uma “live” no dia 19 de abril e terá versões em português e espanhol.

“Queremos fortalecer a comunidade dos profissionais que atendem aos mercados de jogos eletrônicos para crianças e adolescentes, sejam educadores, assistentes sociais, game designers, gestores do terceiro setor e de políticas públicas. A plataforma JOIA também terá uma área especial para familiares preocupados com o uso excessivo, a violação de privacidade e o consumismo promovido por publicidade interna aos jogos”, informa Gilson Schwartz, presidente da “Games for Change América Latina” e professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Além de Sonia Livingstone, a plataforma realizará mais vinte sessões ao vivo com uma hora de duração até o começo de agosto de 2022. A partir de então as escolas e outras organizações voltadas aos direitos e oportunidades para crianças e adolescentes serão convidados a criar jogos por meio de oficinas e softwares. Os melhores projetos serão premiados no X Festival Games for Change América Latina, no final de novembro.

Mais informações estão disponíveis no link da rede G4C Latam, assim como inscrições e pedidos de gratuidade.

Top 5 – Jogos para espancar nazistas e seus apoiadores

Enquanto alguns indivíduos enchem a boca para defender a criação de partido nazista no Brasil, outros fazem saudação nazista na TV e outros ainda e escondem na bandeira da “liberdade de expressão”, a maioria dos brasileiros repudiam veementemente falas, símbolos e qualquer coisa relacionada ao nazismo e sua ideologia de extrema direita.

Para quem realmente odeia nazistas e sente prazer em esmurrar esses indivíduos, mas não pode ir à desforra na vida real, há alguns jogos eletrônicos que podem saciar sua vontade de fazer adeptos do nazista se calarem de uma vez. Abaixo você confere cinco jogos para descer paulada em nazistas:

Wolfestein 3D

Quando se fala em dar sopapos em nazistas, nenhum jogo conquistou mais reconhecimento do que Wolfestein 3D. O “pai” dos FPS 3D conseguia diversas façanhas em uma época que os games ainda eram bem limitados. A melhor coisa botar os nazistas para correr com suas armas  pesadas. O próprio Hitler fazia sua aparição na terceira fase do game, apenas para ser metralhado com sua corja. Vale destacar que a franquia teve um merecido retorno em 2019 com Youngblood.

 

Bionic Commando

Outro game que deu as caras recentemente foi Bionic Commando, mas poucos se lembram de que seu début se deu nos anos 90. A trama envolvia um plano de neonazistas para reviver o terceiro reich. A batalha final é contra o próprio Adolf Hitler (mas que foi rebatizado como Master-D nos EUA). O legal mesmo é usar seu braço biônico para derrotar os nazis.

 

Bloodyrayne

A geração 128 bits trouxe esse hack ‘n slash onde o jogador encarna Rayne, uma vampira contratada para deitar nazistas na base da paulada. A “nazistada” está atrás de um objeto místico (referências da “Sociedade Vril?), capaz de guiá-los para a vitória na guerra. Cabe a Rayne usar seus poderes e habilidades para frustar os planos dos vilões.

 

Medal of Honor: Allied Assault

Muito antes de Call of Duty dominar o cenário de jogos de tiro, havia Medal of Honor. Um de seus melhores expoentes foi Allied Assault, que foi desenvolvido com a participação de Steven Spielberg no roteiro. Este aqui, aliás foi o mais bem avaliado Medal of Honor de sua época, e um dos melhores shooters já desenvolvidos. Um tiro certeiro para saciar sua vontade de derramar sangue de fascista!

 

Persona 2: Innocent Sin

Por fim, existe mais de uma forma de humilhar a turma da extrema direita. Pelo menos é essa a lição que fica com Persona 2, um jogo de combates por turnos. Um culto neonazi dá um jeito de reviver o führer. O jogador então tem a chance de espancar o líder nazista e colocá-lo para dormir definitivamente. Em Persona, poucas coisas são mais satisfatórias do que bater em nazista.