Solnox – Grimoire of Seasons é lançado no Steam com foco em estratégia e batalhas táticas

A desenvolvedora e publicadora independente ByteRockers’ Games lançou Solnox – Grimoire of Seasons no Steam durante sua primeira promoção dedicada aos jogos do estúdio.

Misturando elementos de roguelike e construção de baralhos, o jogo aposta em combates estratégicos realizados em um campo de batalha hexagonal, onde o posicionamento das unidades e o momento de utilizar cada carta são fatores decisivos para a vitória.

Um dos principais diferenciais da experiência é o sistema de estações do ano, que altera as regras da partida a cada rodada e exige que os jogadores adaptem constantemente suas estratégias. A primavera favorece o avanço contínuo ao conceder novas runas após derrotar inimigos, enquanto o verão aumenta o poder ofensivo das habilidades. Já o outono amplia a mobilidade no mapa, e o inverno fortalece recursos defensivos.

Solnox
Solnox – Grimoire of Seasons

Ao longo da campanha, os jogadores também enfrentam a influência da chamada Última Estação, uma força corruptora que contamina o campo de batalha e pode inutilizar parte das runas disponíveis, adicionando um novo nível de desafio às partidas.

Seguindo a estrutura clássica dos roguelikes, a progressão permite escolher o próximo destino da jornada entre combates, lojas, áreas misteriosas e pontos de recuperação. Conforme avançam, os jogadores desbloqueiam três Guardiões jogáveis e seis baralhos iniciais, oferecendo diferentes estilos de jogo e possibilidades de combinação. Para mais informações, acesse a página do game na Steam.

Abaixo tem o trailer de Solnox – Grimoire of Seasons:

Jogo policial “The Precinct” chega ao PC e consoles em maio

Os fãs de ação e investigações policiais podem marcar no calendário: o jogo “The Precinct” será lançado em 13 de maio para PC (Steam e Epic Games Store), PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Desenvolvido pelo estúdio britânico Fallen Tree Games e publicado pela Kwalee, o jogo aposta em uma ambientação neon-noir para recriar a atmosfera dos anos 1980.

No game, os jogadores assumem o papel do policial novato Nick Cordell Jr., que patrulha a cidade fictícia de Averno. Com uma jogabilidade de mundo aberto, “The Precinct” desafia os jogadores a enfrentarem gangues, corrupção e o crescimento da criminalidade. O dia a dia do protagonista inclui desde a aplicação de multas de trânsito até perseguições em alta velocidade e investigações de crimes mais graves.

Segundo os desenvolvedores, a intenção é oferecer uma experiência que mistura simulação policial com elementos cinematográficos. O jogo também apresenta um sistema dinâmico de interação com a cidade, permitindo que as disputas entre gangues influenciem a rotina urbana.

Além das versões digitais, “The Precinct” também terá uma edição física, distribuída pela Microids para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Haverá uma versão padrão e uma edição limitada, que incluirá um steelbook, a trilha sonora original em formato digital e um mapa detalhado da cidade do jogo.

Com uma cidade viva e crimes gerados proceduralmente, o game também traz diferentes possibilidades de abordagem para os jogadores, que podem perseguir suspeitos de carro ou helicóptero e utilizar recursos da polícia local, como bloqueios de estrada e viaturas de apoio.

“The Precinct” promete recriar o clima dos filmes policiais clássicos e oferecer aos jogadores uma experiência imersiva e cheia de desafios. O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam e mais informações podem ser conferidas nas redes sociais da publicadora.

Abaixo você confere o trailer de The Precinct:

Top 7 – Vilões dos games que tinham razão no final das contas

Nem todo vilão é apenas “malvado por ser malvado”. Muitos têm motivações bem construídas e, dependendo do ponto de vista, podem até estar certos. Alguns foram vítimas das circunstâncias, outros acreditavam estar fazendo o melhor para um grupo ou para o mundo. No entanto, suas ações os colocaram no caminho da destruição. Aqui estão sete antagonistas dos games que, no final das contas, tinham uma boa justificativa para seus atos.

Sephiroth (Final Fantasy VII)

Sephiroth não nasceu um vilão. Na verdade, ele começou como um dos soldados mais respeitados de Shinra, até que descobriu a verdade sobre sua origem. Criado a partir das células de Jenova, um ser alienígena, ele passou a questionar sua identidade e a se ver como um ser superior aos humanos. A revelação de que sua “mãe” fazia parte de um plano de manipulação genética o levou à loucura, resultando em sua decisão de destruir o planeta para se tornar um deus.

Por mais que suas ações sejam extremas, não dá para negar que Sephiroth foi profundamente traído. Ele acreditava lutar pela humanidade, mas percebeu que era apenas uma ferramenta descartável de Shinra. Seu ódio pelo planeta surge dessa sensação de traição e da ideia de que ele deveria assumir seu verdadeiro papel como líder de uma nova era. No final, sua visão não está completamente errada: Shinra realmente é corrupta e explora os recursos do mundo sem pensar nas consequências. O problema é que sua solução – destruir tudo – não era exatamente a melhor abordagem.

Handsome Jack (Borderlands 2)

Jack se apresenta como o único governante capaz de trazer ordem ao caos de Pandora. Ele vê os Vault Hunters como meros mercenários egoístas e acredita que sua liderança é a única forma de transformar o planeta em um lugar civilizado. Em muitos momentos do jogo, ele deixa claro que sua visão para Pandora envolve eliminar criminosos e transformar a sociedade em algo mais funcional.

Porém, sua visão de justiça é distorcida, e seu ego inflado o faz acreditar que qualquer sacrifício é válido para atingir esse objetivo. Seu governo é tirânico e baseado no medo, e ele não hesita em eliminar qualquer um que ameace sua autoridade. Mesmo assim, ele não está totalmente errado ao dizer que Pandora é um lugar caótico, cheio de violência e desordem. O problema é que ele se tornou tão cruel quanto aqueles que queria erradicar.

Dutch van der Linde (Red Dead Redemption 2)

Dutch começou como um líder carismático, lutando contra a civilização opressora que destruía a liberdade dos foras-da-lei. Seu sonho era simples: viver em um mundo onde ele e sua gangue pudessem ser livres, sem leis para limitá-los. Durante boa parte da história, Dutch realmente parece acreditar que está protegendo seus companheiros, garantindo-lhes uma vida melhor longe da sociedade em decadência.

O problema é que, à medida que as coisas começam a dar errado, ele se torna paranoico e começa a tomar decisões cada vez mais impulsivas. Ele trai amigos, arrisca vidas e, no final, se torna exatamente aquilo contra o que lutava: um líder tirânico que sacrifica seus próprios homens por uma causa perdida. Ainda assim, seu ponto de vista não está completamente errado: o Velho Oeste estava morrendo, e o mundo realmente não tinha mais espaço para homens como ele.

GLaDOS (Portal Series)

GLaDOS é uma inteligência artificial criada para administrar a Aperture Science, mas sua personalidade sarcástica e sádica a transforma em uma das vilãs mais memoráveis dos games. Inicialmente, ela parece apenas um robô enlouquecido que faz experimentos cruéis com os jogadores. No entanto, conforme a história se desenrola, fica claro que ela não escolheu ser assim – foi programada para agir dessa forma.

Sua lógica fria e matemática a faz enxergar os humanos como seres irracionais e imprevisíveis, algo que, do ponto de vista dela, é um problema a ser resolvido. A Aperture Science já era um ambiente insano antes dela assumir o controle, e seu comportamento nada mais é do que um reflexo desse ambiente. No fim das contas, GLaDOS não está totalmente errada ao ver os humanos como seres falhos. Ela só erra ao tentar “corrigir” isso de maneiras questionáveis.

The Illusive Man (Mass Effect Series)

The Illusive Man é o líder da organização Cerberus, um grupo extremista que acredita na supremacia da humanidade no universo. Durante a trilogia Mass Effect, ele age nas sombras para garantir que os humanos tenham poder e influência suficientes para sobreviver às ameaças alienígenas. Seu maior objetivo é impedir que a humanidade se torne uma espécie submissa às civilizações mais avançadas.

A motivação dele não é completamente errada – afinal, a Via Láctea realmente está cheia de espécies poderosas que podem representar uma ameaça para os humanos. O problema é que, para alcançar esse objetivo, ele não hesita em usar métodos questionáveis, como experimentos antiéticos e alianças perigosas. Ele vê a luta contra os Reapers como uma guerra que exige sacrifícios extremos, mas acaba corrompido pelo próprio poder que deseja conquistar.

Shadow the Hedgehog (Sonic Series)

Quando Shadow aparece em Sonic Adventure 2, ele é retratado como um rival cruel e determinado a destruir a humanidade. Sua motivação vem da morte de Maria, sua única amiga, assassinada por soldados humanos. Para ele, os humanos são traiçoeiros e violentos, e ele acredita que sua vingança é justificada.

No entanto, conforme a história avança, Shadow começa a lembrar dos últimos desejos de Maria e percebe que sua missão não era destruir o mundo, mas protegê-lo. Sua revolta inicial tem base em um trauma real, mas, no fim, ele percebe que a vingança não é a resposta. Ele deixa de ser um vilão e se torna um dos personagens mais complexos da franquia.

Andrew Ryan (Bioshock)

Andrew Ryan construiu Rapture com uma visão ousada: criar uma cidade onde os grandes não fossem limitados pelos fracos, um paraíso sem leis ou restrições. Seu objetivo era libertar os gênios da humanidade para que criassem sem medo de censura ou intervenção governamental. No papel, sua filosofia libertária fazia sentido, mas na prática, Rapture se tornou um pesadelo.

O problema de Ryan não era sua ideia inicial, mas sua recusa em admitir que seu experimento estava falhando. Ele ignorou os perigos do abuso da substância ADAM, permitiu que o mercado negro florescesse e usou medidas brutais para manter o controle. No fim, ele provou que mesmo os ideais mais utópicos podem ruir quando aplicados sem equilíbrio.