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Plague Inc. – Conheça o game que desafia o jogador a espalhar vírus por todo o mundo

Um vírus surge em uma pequena cidade do interior da China, as pessoas seguem suas rotinas sem que suspeitem que algo esteja ocorrendo. Rapidamente a virose infecta centenas de pessoas e, ainda sem notificação pública, aviões exportam a doença para outras regiões do mundo. Logo em seguida, o vírus evolui, torna-se mais facilmente transmissível e mortal. As autoridades se dão conta do que está ocorrendo, mas qualquer ação parece tardia. O vírus infectou e matou milhões de pessoas em todas as partes do mundo. Parece o roteiro tirado da vida real, mas trata-se do pano de fundo de Plague Inc. o jogo lançado em 2012 pela Ndemic para dispositivos mobile e que voltou a lista dos mais baixados da App Store graças ao surto da Covid-19.

Plague Inc. trata-se de um RTS que desafia o jogador a plantar uma endemia em qualquer lugar do mundo, transmiti-la por todos os continentes e evoluí-la até que se torne a maior doença que o mundo já viu. O objetivo é aniquilar toda a vida humana antes que cientistas desenvolvam a cura. Sua endemia pode ser uma bactéria, um fungo, um vírus ou até um parasita. O macete é usar os pontos de DNA para tornar sua praga mais adaptada a diferentes ambientes e tornar-se mais mortal.

O título já foi baixado mais de 85 milhões de vezes desde seu lançamento e conseguiu um novo boost com a recente pandemia, assim como ocorreu durante o surto do Ebola em 2014. O interessante mesmo é que a jogabilidade é simples, e bastante viciante, mas com um tom de dificuldade acentuada. Você pode passar horas tentando fazer uma nova doença destruir os governos de todos os países.

Em tempos de Covid-19, há quem imagine que Plague Inc. pode parecer de extremo mau gosto, entretanto, o game pode até se mostrar educativo ao passo que conta com dinâmicas realistas para mostrar como um vírus se espalha. Basta observar que em países com população maior e com aeroportos movimentados as doenças tendem a se espalhar mais facilmente. Além disso, o game conta com notificações das medidas que os países estão tomando para combater a infecção. Algumas se mostram extremamente eficientes, tais como fechar aeroportos e impor medidas que restringam a livre circulação entre as pessoas.

Plague Inc. é uma ótima pedida para tempos de quarentena e que você quer mais informações sobre como doenças se proliferam. Uma forma de aprender brincando. Ao menos aqui você pode espalhar um vírus de maneira rápida e segura. Infelizmente nem todos pensam assim, tanto que o game foi banido na China. O título está disponível para iOS e Android. Há ainda uma versão melhorada para Steam.

Abaixo você vê um trailer de Plague Inc.:

 

Arena Extra promove desafio de Clash Royale no mês de março em Curitiba

Quem é fã de Clash Royale tem de marcar na agenda todos os finais de semana entre 7 a 22 de março, pois é nesse período que a Arena extra vai receber um grande evento envolvendo o popular jogo de cartas da Supercell. O evento, que é gratuito, oferecerá a chance única aos visitantes para que joguem e interajam com diversos influenciadores na luta pela coroa. Quem visitar a Arena extra entre esses dias terá a chance de jogar contra o influenciador Bruno Clash e ser coroado como grande vencedor da galera. Em todos os dias também terão sessões de fotos.

Além de Bruno Clash, o evento também contará com a presença de Nery, do canal “Clash com Nery”, um dos maiores canais de Clash Royale do Brasil. Nos dias 7 e 8 de março, o influenciador Atchiin, conhecido pelo conteúdo focado no aspecto competitivo de Clash Royale, irá desafiar os concorrentes pela coroa. Já nos dias 14 e 15, será a vez de Decow, que já participou de diversas competições ao redor do mundo como jogador e como narrador. Por fim, nos dias 21 e 22 de março, Molizane, do canal “MolizaneTV”, animará o pessoal com seu humor característico.

A participação é gratuita e é necessário fazer um pré-registro no site oficial, agendando dia e horário da visita à Arena Extra. As vagas são limitadas, mas na loja será possível se cadastrar em uma lista de espera. É importante destacar que jogadores menores de 18 anos deverão estar acompanhados dos pais ou responsáveis que, por sua vez, também precisam se inscrever na Arena Extra. Todos devem portar documento original com foto como RG, CNH ou passaporte.

É possível obter mais detalhes e conferir o que rolou na edição anterior através do site oficial do evento.

 

SERVIÇO – Arena Extra – presented by Google Play – Desafio Clash Royale

Local: Extra – Alto da XV (Av. Mal. Humberto de Alencar Castelo Branco, 230, Curitiba – PR)

Horário: das 14h às 17h

Programação:

7 e 8 de março – Nery e Atchiin (apresentação: Bruno Clash)

14 e 15 de março – Nery e Decow (apresentação: Bruno Clash)

21 e 22 de março – Nery e Molizane (apresentação: Bruno Clash)

Novo trailer de Ponami mostra detalhes do Deserto de Indorur

Há três anos o estúdio Jogos Aurora conquistava destaque no cenário nacional com o game Ponami, um RPG épico com enredo arrebatador, agora chegou a vez dos fãs voltarem ao mundo fantástico para novas aventuras com a sequência Ponami Deserto de Indorur. Com data de lançamento marcada para 3 de março, a sequência promete melhorias gráficas, novos pets, equipamentos e novos cenários.

O game é para mobile conta a história da arqueira Ponami, uma guerreira que cresceu no povoado da Cordilheira de Sajor – mundo onde se passa a primeira parte do jogo -, uma civilização próspera que foi atacada por criaturas míticas chamadas Talástrias. Cabe ao jogador explorar a região e destruir a ameaça iminente.

Um dos destques de Ponami é sua jogabilidade simples, porém viciante, cenários abertos e batalhas viscerais. Não por acaso o título conseguiu bater mais 500 mil downloads na Play Store, sendo um dos jogos indie brasileiros mais bem sucedidos da plataforma. Ponami está disponível para download gratuitamente na Play Store, os fãs poderão atualizar no dia do lançamento do novo mundo.

Abaixo você confere o trailer de lançamento oficial de Ponami – Deserto de Indorur:

https://www.youtube.com/watch?v=Rs18QZR9tKM&feature=youtu.be

Harry Potter Wizards Unite: “podiam ter esperado mais”

Recentemente a Niantic (Pokémon Go) lançou o jogo Harry Potter: Wizards Unite, que utiliza a mesma tecnologia de realidade aumentada do game dos monstros de bolso e alcançou enorme sucesso entre os fãs do mundo bruxo. Entretanto, nem todos estão convencidos do potencial do game mobile. De acordo com Fernando Rodrigues de Oliveira, diretor de arte digital, o Fernando 3D, um dos principais nomes no universo do design gráfico digital no Brasil, acredita que o título ficou devendo em alguns aspectos.

Após testar o game por um mês, o profissional fez uma análise do desempenho do game e pontuou alguns aspectos que poderiam ser melhorados (ou melhor pensados) para tornar o game ainda mais bem sucedido. Abaixo você confere algumas críticas sobre Harry Potter: Wizards Unite:  e fez uma análise do jogo ao longo deste 1 mês, testando o novo produto em diversos quesitos:

Adesão ao jogo

A primeira CRÍTICA É EM Relação a pouca adesão do game por parte dos jogadores. O desenvolvedor faz uma comparação com o desempenho dos primeiros dias de Harry Potter e Pokémon, visto que as duas franquias são fenômenos de público e audiência.

“Pode dizer-se que este novo jogo da Niantic é um sucesso, embora em relação a adesão inicial esteja ainda longe dos números alcançados pelo Pokémon GO na sua estreia. O jogo alcançou nos Estados Unidos 400 mil downloads nas primeiras 24 horas, já o Pokémon GO atingiu no mesmo período 7,5 milhões de downloads. A razão disso pode ter uma explicação simples: a comunidade do Pokémon é muito maior. Embora Harry Potter seja uma saga de sucesso mundial, Pokémon enquanto franquia é não apenas mais extenso como sempre teve maior foco em jogos.

Marketing

O especialista também aponta falhas no marketing: “Na minha visão, o jogo “Harry Potter: Wizards Unite” faltou um marketing mais preciso. Enquanto Pokemon GO atacou por tudo quanto é lado no marketing, o “Harry Potter: Wizards Unite” teve poucas menções, tendo como público alvo mais os fãs dessa saga e menos o público em geral.

Visual e gráficos

A tecnologia de renderização com a realidade aumentada ainda não é 100% natural. Ao contrário do Pokémon GO, estamos lidando com fisionomias humanas e não de “animais imaginários” como são os Pokemons, em que já se espera que pareçam não naturais. Mas mesmo assim, os animais ‘imaginários’ de Pokémon não fazem você mergulhar no jogo e comprar totalmente a ideia da realidade aumentada, não te dá a sensação de estar dentro do jogo de fato.

Os gráficos de Harry Potter: Wizards Unite estão bem acabados, seja para as artes dos personagens que aparecem no diálogo e que já são conhecidos do público, ou para os modelos 3D que surgem durante as missões. No entanto, isso também é dependente de ter um aparelho que suporte as especificações máximas do jogo.

Jogabilidade

“O jogo tem personalidade própria e é bem fiel ao conteúdo original dos livros e filmes já lançados do bruxo, mas a jogabilidade deu o que falar, pois deixou a desejar. Uma certa complicação na interação com as batalhas e também decepcionou muita gente. O jogo é bem lento para abrir, e até certos ponto isso é influenciado pela velocidade da conexão à internet até em país com a internet de primeiro mundo. Imagina aqui no Brasil…

A Niantic procurou ir além do Pokemon GO e fazer muito mais. Em Harry Potter Wizards Unite você não interage apenas no mapa, enquanto captura criaturas e luta contra bruxos das trevas, também há muitas outras atividades a se fazer no menu. O jogo já vem com suporte a lista de amigos, perfil completo para personalizar, inclusive com foto e filtro que pode ser aplicado em sua imagem. Há missões, coleções de adesivos, entre outros elementos interativos que te permitem ir além de apenas andar pelo mapa usando o GPS do jogo e a interatividade da realidade aumentada, mas repito, deixou a desejar porque nem sempre essas interações do usuário com o jogo são fluidas”.

As magias são feitas com toques na tela e gestos com o próprio celular, que fazem com que seus poderes de bruxos sejam ativados. Nem todas as funções estão disponíveis no lançamento.

Avaliação final de Harry Potter Wizards Unite 

Fernando 3D acredita que o jogo ainda tem muitos pontos a melhorar para ser excelente e que o lançamento apressado pode ter prejudicado a jogabilidade:

“Poderiam esperar mais um pouco para o lançamento e melhorar alguns pontos cruciais para um jogo. Do jeito que está, ele não tem tanto apelo ao usuário a ponto de o tornar viciante, e nem muito menos se sentir integrado com a realidade aumentada”.

“A Niantic poderia ter revisto a questão da jogabilidade e do ‘peso’ do jogo, que carrega lento muitas vezes. Quiseram trazer pra “realidade” o mundo do Harry Potter, mas o mundo de Harry Potter e a sua história teve que ser explicado em 8 filmes. Agora imagina explicar todo aquele mundo em apenas um jogo só e tudo de uma vez? Complicado. Logo é um jogo mais voltado para fãs do bruxo e que estão familiarizados com o universo de Harry Potter do que o público em geral, o que explica uma adesão inicial muito menor”, conclui.

Tapps Games abre vaga para game designer

Eis a chance de trabalhar em um dos maiores estúdios de jogos da América Latina: a Tapps Mobile Games está com vaga aberta para Game Designer Pleno em São Paulo para auxiliar na produção de jogos já existentes e em jogos novos. De acordo com a empresa, o novo profissional será responsável por projetar, balancear, documentar sistemas e mecânicas de level design para diversos jogos mobile.

A Tapps Mobile Games já conta com 5 anos de história e é totalmente dedicada a jogos mobile, já tendo lançado mais de 400 títulos e a marca de 600 milhões de downloads em cerca de 180 países. Os novos profissionais poderão contar com um ambiente de trabalho bem sofisticado e colegas de trabalho experientes.

De acordo com o anúncio da vaga, a Tapps procura profissionais capacitados a projetar e documentar sistemas de progressão, economia, monetização e mecânicas de jogos mobile de alto impacto para os jogadores e para a Tapps; Projetar e criar levels para jogos mobile casuais; Mapear oportunidades de sistemas de Live Ops para alavancar engajamento de curto e longo prazo; Criar e integrar conteúdo nos jogos; Analisar dados e métricas de desempenho dos jogos, trazendo propostas de oportunidades a serem atacadas; Testar funcionalidades do jogo e reportar bugs; etc.

Para participar do processo seletivo é necessário possuir formação superior, boas noções de economia e monetização em jogos freemium mobile e estar familiarizado com os conceitos psicológicos de motivação e didática.

Tapps Games

Importante:

  • Paixão por trabalhar em equipe e de liderar o esforço de criar um senso de ownership de toda o time em relação ao game design do jogo;
  • Entender a importância da boa documentação de decisões de projeto e de funcionalidades técnicas;
  • Postura de ownership em relação aos jogos e está sempre em busca de oportunidades para melhorar sua experiências e jogabilidades;
  • Forte capacidade de criar experiências engajantes através de sistemas, regras, desafios e recompensas;
  • Ótimas habilidades de comunicação e escrita em inglês;
  • Boas pinceladas de conhecimento de produto e metodologia design thinking;
  • Facilidade em mediar conflitos em um ambiente altamente criativo;
  • Conhecimento técnico em Unity é um grande plus!

Benefícios

  • VR, VT, plano de saúde e muito amor;
  • Participação nos lucros e resultados;
  • Horário flexível;
  • Escritório próximo ao metrô;
  • Liberdade para propor novas atividades, processos e metodologias;
  • Ambiente (e dress-code) descontraído;
  • Os melhores happy-hours da sua vida.

Novos jogos Pokémon a caminho

Os fans da saga de jogos de Pokémon vão poder finalmente usufruir de uma nova série e jogos. Ou melhor, de duas novas séries.

Notícias sobre a estreia dos Pokémon Sword e Pokémon Shield apontam para este outono como a data provável da sua estreia. Detalhes sobre esta versão têm sido revelados, como o nome dos Pokémon lendários Zamazenta e Zacian, bem como pormenores técnicos sobre o funcionamento dos jogos.

Um dos novos sistemas é o sistema de raid, que perimirá vários jogadores combinar esforços para superar desafios especiais. Uma outra diferença, e grande, é que ao contrário do que acontecia com gerações anteriores, o transporte de Pokémon de outros títulos para os Pokémon Sword e Pokémon Shield. Somente os que estão disponíveis na nova Galar Pokedex poderão ser transferidos. Por isso, não será possível “apanha los todos”. E também indica que surgirão novos títulos na série para preencher as lacunas deixadas.

Mas ainda antes de podermos jogar os Pokémon Sword e Pokémon Shield, ainda este verão será disponibilizado outro jogo Pokémon: o Pokémon Masters. Este jogo estará disponível ainda este verão, e poderá ser jogado nos sistemas iOS e Android, e poderá ser descarregado de forma gratuita. Contudo, haverá um mercado para comprar itens para o jogo. Quais itens, ainda não se sabe precisamente, e de que forma poderá impactar o jogo e o equilíbrio entre quem os compra e quem não o faz.

A história deste jogo passa-se na inteiramente nova região, a ilha de Pasio. Aqui, os treinadores de Pokémon se juntam para competir no torneio Master League. A história desenrola-se em caminhos semelhantes a títulos anteriores, com o jogador a colecionar crachás em vários pontos da ilha, até poder desafiar o título da Master League. Contudo, uma diferença significativa surgirá neste título. O jogador não controlará um treinador, mas sim até 3. Contudo, cada treinador apenas poderá carregar um Pokémon consigo, constituindo aquilo a que se chama um “sync pair”.

Inicialmente começaremos com um treinador (o nosso alter-ego no jogo) e com o avançar do jogo poderemos recrutar mais dois treinadores. Depois, poderemos engajar em combates de Pokémon 3v3.

Existem inúmeros “sync pair” famosos que fizerem história em títulos anteriores da série, ou nos animes. Como exemplo, poderemos recrutar Blue e o seu Pigeot, Brock e o seu Onix ou Red e o seu Charizard.

As batalhas serão diferentes, contudo, uma vez que ao contrário do sistema tradicional de batalha por turnos, as batalhas em Pokémon Master serão em tempo real. Cada Pokémon terá um barra de movimento que vai preenchendo com o tempo, e quando cheia, poderá executar um ataque. O uso de poções e outros itens por parte dos treinadores também será em tempo real.

Em conclusão, teremos três novos jogos na série Pokémon este ano, no verão e outono. Relativamente aos Pokémon Sword e Pokémon Shield aguardaremos por mais novidades sobre os mesmos. Já quanto ao Pokémon Masters, esse teremos acesso mais cedo, e veremos de que forma a nova dinâmica de combate, bem como a presença de uma loja de itens irá influenciar a jogabilidade e a receção do jogo.

Conheça Timo: The Game, o novo lançamento da Webcore Games para mobile

Hoje você vai conhecer Timo: The Game, um Point & Click extremamente premiado e que tem conquistado milhares de fãs em pouco tempo. Basicamente você vai viajar com o personagem que dá nome ao jogo em uma série de mundos fantásticos inspirados em livros de fantasia e usará esses livros para resolver puzzles de diversas maneiras. O título é vencedor do Edital da Spcine K.O. HQ de 2017 e conta com cenários em pixel art estilizados.

No jogo, o personagem Timo mergulha num livro e se vê perdido entre cinco mundos literários. Para que possa voltar ao mundo real, Timo precisa reunir os pedaços de um medalhão mágico que foi quebrado. Assim, ele parte numa aventura para encontrar a saída, desbravando diferentes universos por cada livro que visita. Nesse caminho, Timo encontrará muitos desafios e inimigos, mas também grandes companheiros e aliados.

00O primeiro dos mundos é uma realidade distópica, onde a leitura é coisa do passado e viagens para universos literários são incomuns, nosso protagonista, na companhia de seu pai, tenta sobreviver entre o real e o extraordinário. Os dois primeiros livros compõem a parte gratuita do jogo. Para jogar os outros três livros, o jogador precisa comprar a versão completa do jogo. De acordo com a desenvolvedora Webcore Games, os mundos que compõe Timo: The Game são das temáticas Medieval, Jurássico, Detetive, Fantasia e Pirata.

Com visão por cima, e os gráficos em pixel art, o game lembra bastante clássicos dos 16 bits, tais como a franquia Zelda, sendo que a diferença está na mecânica de jogo, focada no point & click. A aventura de Timo é bastante cativante e os cenários são belíssimos. O game já está disponível para iOS e Android.

Abaixo você confere o trailer de Timo: The Game:

Top – Jogos que levam referências do mundo real para o virtual

De Pac-man a Mario Bros., você certamente já viu referências de jogos eletrônicos na cultura pop em diversos veículos, certo? Mas já parou para pensar que os videogames também fazem diversas referências do que vemos na vida real? Pois é justamente esse aspecto que Felipe Oliveira, gerente de produtos da 2A.M., marca de notebooks e desktops gamers, quis mostrar ao listar alguns jogos que resolveram referenciar a vida real.

Abaixo você confere cinco jogos listados por Felipe Oliveira que fazem referências ao mundo real em seus gameplays por meio de selfies, memes, dancinhas e até pedidos de casamento:

 

5 – Mortal Kombat X

Uma das séries mais famosas da indústria dos games, Mortal Kombat entrou na onda das selfies em 2015, quando a personagem Cassie Cage ganhou um fatality em que, logo após finalizar seu adversário com um golpe brutal, pegava o celular, tirava uma foto e postava em suas redes sociais. É possível, inclusive, ver os comentários de outros lutadores do jogo na postagem de Cassie.

 

4 – Marvel’s Spider Man

Um dos mais famosos super-heróis de todos os tempos também se mostrou adepto das selfies. Em Marvel’s Spider Man, de 2018, os jogadores podem aproveitar os cenários incríveis do jogo e utilizar o “Modo Foto” para registrar cada momento. Também é possível caprichar nos filtros, incluir efeitos, alterar a intensidade da luz e até mesmo mudar a expressão do personagem.

“Outra referência de Marvel’s Spider Man ao mundo real viralizou como ‘o Easter Egg mais triste do mundo’. Isso porque um fã da série pediu aos desenvolvedores, via Twitter, que colocassem no jogo um pedido de casamento seu para a namorada, Maddie. O pedido foi atendido, mas, poucos dias antes do lançamento do jogo, Maddie decidiu encerrar o relacionamento”, conta Felipe.

 

3 – Fortnite

Lançado em 2017, o jogo do gênero battle royale fez muito sucesso pelo seu gameplay, mas também por suas “dancinhas”, inspiradas em filmes, memes e vídeos da internet. No game, os jogadores podem comemorar as vitórias com várias coreografias famosas, como as chamadas Reanimated, Ride The Pony e Disco Fever, inspiradas, respectivamente, em coreografias de Michael Jackson, Psy e do filme “Os Embalos de Sábado à Noite”.

“Em fevereiro deste ano, Fortnite também foi palco para uma apresentação virtual do Dj Marshmello. O show teve duração de 10 minutos e chegou a ter 10 milhões de jogadores simultâneos”, disse Felipe.

 

2 – Zueirama

O jogo brasileiro ainda nem foi lançado oficialmente e já chamou a atenção do público por inúmeras referências a memes, músicas e personagens reais. Repleto de humor, faz uma sátira ao atual momento político do país e tem como protagonista Zoinho, um menino que precisa acabar com o vilão Sargento Sádipo.

 

1 – APEX Legends

Recém-lançado, Apex Legends se tornou um grande sucesso em muito pouco tempo. O jogo do gênero battle royale se passa em um ambiente futurista, mas também apresenta referências ao mundo real, como quando um personagem comemora a vitória com uma dança bastante parecida com o famoso passo Moonwalk, de Michael Jackson.

The Queen’s Race – jogo promove a diversidade enquanto te desafia a ser a rainha das passarelas

O game de hoje é inspirado na ideia de luta pela igualdade de gêneros. Desenvolvido pela equipe da Checkpoint Studios, The Queen’s Race coloca o jogador no comando de drags em corridas bem peculiares. Trata-se de um aplicativo em que o jogador cria seu avatar, o personaliza e corre contra outras corredoras em provas e minijogos bem casuais.

Antes de se lançar na corrida o jogador deve escolher etnia, biótipo etc. A possibilidade de personalização é bem grande. O objetivo é fazer com que sua drag prove ter as habilidades necessárias para prosseguir na disputa e desfilar nas passarelas virtuais e ser coroada a maior drag queen do mundo.

Para alcançar a fama e a glória o jogador deve passar por minijogos, passatempos, e muitos outros desafios. A cada desafio vencido, você ganha pontos e dinheiro do jogo para editar ainda mais o personagem. Os minigames de The Queen’s Race não seguem uma linearidade, de modo que o jogador fica livre para decidir qual desafio pretende enfrentar primeiro, entretanto é necessário ganhar os pontos para seguir na aventura.

Há alguns momentos bem pitorescos em The Queen’s Race, como a temida fase Lip Sync for Play. Basicamente trata-se de um karaokê em que o jogador deve realizar uma série de comandos para manter sua drag cantando. Isto ocorre sempre que há uma vergonhosa derrota na fase. O jogador pode voltar à corrida do ponto que parou, mas antes terá de enfrentar o Lip Sync a fim de convencer os jurados que você merece uma segunda chance no desafio.

O objetivo do game é promover a luta e os movimentos LGBT de maneira divertida, mostrando que todos podem se divertir e merecem seu espaço ao sol. Você pode obter mais informações sobre The Queen’s Race na página do Facebook.

Abaixo tem um trailer de The Queen’s Race:

 

Bem Vindo ao Game Design – livro busca mostrar todas as etapas da criação de um jogo eletrônico

Quem nunca jogou um game e ficou se perguntando como se deu a sua produção? Pois é justamente sobre as etapas de um game design que se propõe a falar o livro “Bem Vindo ao Game Design”, do Prof. João Victor, fundador da escola de programação One Day e criador do canal One Day Code. A obra pleiteia mostrar como é produzido um título desde seus estágios iniciais até seu derradeiro lançamento, de modo que o leitor irá perceber o que diferencia um game de sucesso, de outro relegado ao ostracismo.

De acordo com o Prof. João, o livro “Bem Vindo ao Game Design” possui linguagem fácil para completos iniciantes, de modo que o leitor interessado em entrar de cabeça no mundo da produção de jogos possa transformar um HOBBY em uma PROFISSÃO, sejam quais forem suas habilidades.

O livro ainda não está finalizado, pois seu idealizador não conta com o apoio de uma grande editora – tudo está sendo feito pelo empenho do autor. Para finalizar o projeto e publicar o livro foi aberto uma campanha de crowdfunding a fim de arrecadar R$ 7.500,00 a fim de garantir a impressão, uma revisão esperta, diagramação etc. De acordo com João, o projeto nasceu após analisar que há muitas pessoas interessadas em produção de jogos, mas que não encontram materiais de pesquisa que tornem sua saga mais fácil.

“No mercado de jogos, existe uma grande falta de profissionais capacitados, e ao mesmo tempo um excesso de pessoas tentando criar jogos, sem saber como começar, gerenciar um projeto, organizar suas ideias e escolher o melhor meio de monetizar e progredir no mercado. O que acontece é que na maioria das vezes, as pessoas miram muito alto e ao tentar criar um “Grande MMORPG Battleroyale 3D” acabam se frustrando, nunca terminando o projeto e desistindo no meio do caminho”, diz o Prof. João Victor.

O livro “Bem Vindo ao Game Design” pode ser considerado um miniguia, ensinando passo a passo como gerenciar um projeto de jogo, quais são as áreas em que você pode se encaixar, recomendações de softwares e materiais de estudo e exercícios práticos sobre Design de Jogos. Você pode experimentar uma prévia da obra baixando o primeiro capítulo aqui.

Um dos capítulos mais interessantes é o que fala sobre as carreiras de game designer, pois é aqui que o leitor fica ciente de que pode atuar em diferentes ramos do designer de um game, tal como arte, música, programação, negócios etc. A ideia de “Bem Vindo ao Game Design” é mostrar que mais do que escrever linhas de programação, a produção de jogos abraça diferentes perfis de profissionais. Além disso, a obra fala sobre como é trabalhar em pequenos e grandes estúdios, além de pincelar um pouco como é o panorama do mercado nacional de jogos.

Você pode descobrir mais sobre o livro “Bem Vindo ao Game Design”, clicando aqui ou assistindo o vídeo abaixo: