Ongame cria campanha #SomosTodosGamers para levantar bandeira contra o preconceito nos games

Em 2015 a equipe de Marketing da Ongame, famosa Publisher dos jogos online Aika, Metin 2 e Point Blank, criou a campanha “#JogueComoUmaMulher” foi bastante positiva e bem aceita pela comunidade gamer. Pois bem, a equipe queria retomar a campanha para o último Dia da Mulher, porém os planos mudaram e a nova campanha é “#SomosTodosGamers”. O intuito é banir o preconceito dos jogos online, seja ele qual for!

Não importa se você é homem, mulher ou qual a sua opção sexual, somos todos gamers!” – afirma Thais, Coordenadora de Marketing da Ongame Entretenimento. A ideia para a campanha é celebrar outras datas emblemáticas que coincidem em Março, pois além de termos o Dia Internacional da Mulher (8), temos também o Dia Contra a Discriminação Racial (21) e o Dia Nacional do Orgulho Gay(25).

unnamedNão é de hoje que jogadores relatam abusos em partidas online. Quem nunca ouviu alguma história de mulheres sendo perseguidas por jogadores mais abusados ou casos de preconceito sexual. A campanha da Ongame quer ir justamente contra isso, pois não importa qual seja o seu gosto ou suas escolhas. Os jogos existem para nos distrair, para vivermos em um mundo onde todos têm os mesmos gostos.

Objetivo da Ongame é unir a comunidade de jogadores

De acordo com a Ongame, o jogo online pode ser interativo, divertido e até mesmo competitivo, mas foi feito para unir as pessoas, para poderem ser algo diferente da realidade, algo que desejam como: magos, elfos, guerreiros, atiradores, caçadores, monstros, etc. Resumindo, não somos melhores do que ninguém, cada pessoa tem suas escolhas e gostos diferentes. Jogadores de Aika, Metin 2 e Point Blank já aderiram a campanha e a expectativa é que ela chegue aos Trending Topics em breve.

Gomídia transforma São Paulo em cenário de jogo para a campanha de lançamento de Watch_Dogs 2

O lançamento de Watch Dogs 2 promete ser um dos mais empolgantes , especialmente em São Paulo. A Gomídia, agência de marketing digital, transportou o universo do game para as ruas de São Paulo. Basicamente a agência produziu um vídeo de 1 minuto em que um atleta de parkour vestido como o protagonista do jogo Watch_Dogs 2 percorre as ruas da cidade interagindo com o espaço urbano e com os passantes, simulando a dinâmica do próprio game. A ideia é passar um pouco da sensação do game para a vida real, permitindo que os jogadores brasileiros se identifiquem com o personagem e o universo do game.

Watch Dogs 2 conta com elementos de parkour e temática hacker, além de um mundo totalmente aberto para explorar. Os jogadores ficam livres para cumprir missões numa versão digital da icônica cidade de San Francisco. Além disso, o jogo mistura elementos de ficção com o mundo real. A produção da Gomídia contou com a colaboração de mais de 50 pessoas e será veiculada nas mídias sociais da Ubisoft durante a campanha de marketing do jogo.

“Watch_Dogs 2 mexe muito com a imaginação dos jogadores, não apenas por ser uma superprodução, mas por explorar diversos aspectos tecnológicos e permitir que o gamer viaje por um mapa gigantesco e real da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. A intenção da Gomídia nessa campanha foi aproximar esse ambiente dos fãs brasileiros, só que tendo como cenário as ruas de São Paulo e não as do Vale do Silício”, comenta Lucas Patrício, diretor geral e cofundador da Gomídia.

unnamedPara tornar o vídeo ainda mais real e imersivo, um atleta de parkour foi chamado para ser o dublê de Marcus Holloway – o jovem e brilhante hacker que protagoniza o jogo – e escalou e saltou em alguns dos pontos turísticos mais conhecidos de São Paulo, como o Vale do Anhangabaú, Viaduto do Chá, Praça Roosevelt e Minhocão. Já o youtuber Patife – que tem mais de 1,5 milhão de seguidores em seu canal –, sob o mesmo lenço que esconde o rosto do personagem dos videogames, foi o convidado surpresa que desempenhou o papel principal da trama e precisou atrair admiradores e apoiadores à sua causa formando um time de hackers, exatamente como no game. Com essa equipe reunida, o grand finale do vídeo aconteceu em frente ao prédio da FIESP, na Avenida Paulista: a cena de uma complexa operação hacker que mudou a paisagem do local.

Sobre o desafio de se criar uma ação que seja atraente para os consumidores e ao mesmo tempo interessante para o cliente, Lucas destaca que “quando se compreende os valores de uma produção tão complexa quanto a que um videogame busca em sua narrativa, amplificar essa mensagem por meio de outras mídias se torna uma missão mais fácil”.

Abaixo você confere o vídeo de marketing de Watch Dogs 2 produzido pela equipe da Gomídia:

 

Conheça The Last War, o survival da equipe WolfB

Um game bem ambicioso está sendo produzido pela equipe brasileira do WolfB, mas para se tornar real precisa de ajuda no site de crowdfunding Kickante. O jogo em questão chama-se The Last War, um survival horror com foco em multiplayer online onde os jogadores precisam resistir ao apocalipse zumbi que varreu a maior parte da civilização. De acordo com os desenvolvedores, o grande destaque deve ser o nível de dificuldade, pois este está sendo aprimorado para tornar o jogo o mais desafiador possível.

O game permite que o jogador alterne a visão da câmera entre 1º e 3º pessoa, de modo que os jogadores deixem o jogo da forma que considerem melhor para jogar. The Last War está em desenvolvimento há cerca de um ano e tem influências em jogos bastante conhecidos do público gamer, como DayZ e Infestation.

Além de ser o primeiro projeto do gênero produzido por brasileiros, The Last War também quer inovar em outros aspectos, como a introdução do grupo A Ordem. Formada por administradores, a Ordem é um grupo criado com o objetivo nos servidores e monitorar a ação dos jogadores e, assim que algum player tentar burlar o sistema anticheat do jogo, a Ordem sai em seu encalço para assassiná-lo. A intenção é trazer paz para as cidades e eliminar jogadores com reputação negativa da jogatina.

Outro aspecto interessante é que o mapa inicial do game é a cidade do Rio de Janeiro. Já imaginou um apocalipse zumbi na Cidade Maravilhosa? Se a equipe conseguir passar demais metas, será incluído o mapa da Amazônia. Quem sabe futuramente eles não incluem mapas de outras cidades brasileiras, como São Paulo e Porto Alegre? Não custa sonhar.

A meta inicial é de R$ 30 mil, que serão utilizados para a compra de equipamentos e licenças de programas para a produção do jogo. A versão inicial terá 10 modelos de armas, quatro personagens jogáveis e três zumbis diferentes (cada um com suas habilidades especiais). A campanha fica no ar por mais 50 dias, então se você gostou do projeto e quer contribuir, corre lá na página do Kickante.

Abaixo tem o trailer de The Last War: