Estúdio MiniBoss lança o game retrô Out There Somewhere

A desenvolvedora independente MiniBoss acaba de lançar seu novo jogo, Out There Somewhere. Inspirado em jogos de PC da década de 90, Out There Somewhere conta com uma inovadora mecânica de teletransporte. Com aproximadamente 2 horas de tempo de jogo, ele está sendo vendido por US$4,99 pelo Desura e pelo próprio blog do estúdio.

O jogo foi desenvolvido por Pedro Medeiros e Amora B., e com trilha sonora de Iuri Rodrigues, o jogo é um puzzle-platformer retrô que conta com uma mecânica de teletransporte para a resolução de seus quebra-cabeças. O jogador controla Yuri, o herói do Planeta Mãe, que está à procura de seu arqui-inimigo Grigori em um planeta distante. Atualmente o jogo roda apenas em PCs, mas uma versão para Mac está nos planos do estúdio.

A MiniBoss foi fundada em agosto de 2010 por Pedro Medeiros, também conhecido como Santo, e Amora B. Participaram de diversas maratonas de desenvolvimento, onde produziram jogos como Planetary Plan C, Down Goes the Phoenix, Frostbite e Trapped! In the Chamber of Eternal Darkness. Atualmente, estão trabalhando em Out There Somewhere e Talbot’s Odyssey.

O estúdio recebeu diversos prêmios durante seus quase 2 anos de vida, como o e-Games 2010 do Sesc São Paulo, Gamesauce Challenge 2011, Game Music Brasil 2011, SBGames 2011 e Ludum Dare #22.

Vida longa e próspera ao estúdio MiniBoss. Amora B., obrigado pelo contato e continue enviando as novidades para o GameReporter. Abaixo vocês podem conferir o trailer do jogo.

IndieReporter com Daniel Martins: Estamos Pensando e outras coisas


Para comemorar a chegada de 2012, começaremos uma série aqui no GameReporter explorando o mercado independente de games e seus representantes.

A ideia é dar foco a quem faz game por conta própria no Brasil, seja de forma solitária ou ainda a partir da formação de seu estúdio. A série se dividirá em etapas, explorando o profissional, o estúdio em que trabalha e o game que criou.

Assim, em algum tempo pode ser que a gente consiga traçar um perfil do cenário independente nacional e, de quebra, dar um pequeno caminho das pedras para quem quer entrar nessa. Incentivo é sempre bom, né?

Nosso primeiro perfil é de Daniel Martins Novais, paulistano que programa há dez anos, mas que em 2008 entrou para o mercado de games.

Daniel cursou escola técnica pública no segundo grau e pegou gosto pelo assunto. Virou tecnólogo em processamento de dados pela Fatec-SP e depois partiu para Tecnologia em Jogos Digitais na PUC-SP. Mesmo sem ter concluído nenhum dos cursos, decidiu continuar pelo setor.

É dele o Estamos Pensando, seu primeiro jogo, criado para o SBGames 2008 e que ganhou destaque no exterior. Junto com outros projetos, trilhou o caminho para seu primeiro lançamento comercial, o Mystery of the Japanese Werewolf, de iOS, que traremos em ficha (e resenha) no fim da semana.

Daniel Martins Novais
Idade: 30 anos
Jogo preferido: Prince of Persia: Sands of Time (GC/PS3)
Jogo indie inspirador: Minecraft
Faz parte de algum estúdio? Não, corre sozinho

Conheça o game nacional independente Toren

Os desenvolvedores independentes Alessandro Martinello, Conrado Testa e Luiz Alvarez, que fundaram a SwordtaleS, criaram Toren, um jogo de aventura cheio de enigmas para PC, selecionado como finalista da premiação Brasil Game Show.

Toren tem como mote a transformação, colocando o tempo como o maior oponente, e foi construído ao redor de um poema épico.

Abaixo você confere um teaser, que mostra belos cenários criados pelo time:

No site do game há detalhamento do processo de criação e muitas informações sobre Toren, um material rico para quem está estudando game design e dando seus primeiros passos.

Parabéns ao trio da SwordtaleS, que Toren seja um sucesso – o primeiro de muitos – e colabore para o amadurecimento do nosso cenário de games.

:: Conheça o site de Toren