Traria o WiiFit uma onda de complexo?

Wii Fit

A Nintendo realizou algumas tacadas decisivas para a indústria dos videogames com lançamentos para seu portátil Nintendo DS e console Wii, sendo abraçada e aplaudida por toda a opinião pública, inclusive em áreas médicas.

O Wii Fit, por exemplo, poderia ser mais um desses lançamentos, certo? Errado! Apesar de ser um game que incentiva o exercício e a boa forma, com exercícios de equilíbrio e queima de calorias, o game de US$ 70 levantou uma nova polêmica.

O game que acompanha um periférico balança calcula o IMC (índice de massa corporal) de seus jogadores mediante a digitação da altura e divide os “Miis” participantes entre as categorias “gordo” e “abaixo do peso”.

Só que, por ser jogado por crianças, o game está sendo visto por maus olhos pelos pais ingleses. Aparentemente uma garotinha de 10 anos com vida ativa e muita felicidade teria indicado sua altura ao jogo e, ao ter seu peso calculado, sido chamada de “gordinha”.

“Ela tem estrutura sólida, mas não é gorda. Ficou devastada por ter sido chamada de gorda e tivemos que dar duro para convencê-la que não era”, declarou o pai da garota sem se identificar, temendo que a filhota pudesse virar piada.

O assunto levantou polêmica, visto que o padrão de beleza atual aponta modelos magras, o que leva muitas garotas a atos insanos de alimentação e extremamente nocivos para a saúde.

Agora, ignorando todos os benefícios de um jogo ativamente saudável, Tam Fry, do Forum Nacional de Obesidade da Inglaterra, pediu para que os pais considerassem o banimento do game por conta deste cálculo de IMC, dizendo que não é um método confiável, principalmente para crianças, que tem seu índice mudados mensalmente e podem ser bastante saudáveis mesmo que o cálculo indique o contrário.

Fry sugere, inclusive, que o game traga um alerta para os pais, algo que a Nintendo não pretende fazer, apesar de ter se desculpado publicamente por um porta-voz, que declarou que a intenção não foi ofender com a terminologia utilizada e que o game ainda é capaz de medir o IMC, mas os números podem não ser precisos para faixas etárias mais jovens.

[Via Joystiq e DailyMail]

Nintendo 64 vira portátil na mão de fã

L64 - O Nintendo 64 Portátil

O hacker Marshall criou o que todo fã do videogame Nintendo 64 um dia sonhou: um portátil baseado no último sistema da Nintendo abastecido por cartuchos.

A criação, batizada de L64, possui o mesmo “look-and-feel” do videogame, preservando característica como cores de botões e o que parecem ser os conectores para joystick existentes no aparelho.

A empreitada foi detalhada passo a passo, em uma espécie de guia que pode servir de base para que outros fissurados em game e com bons conhecimentos de eletrônica tentem reproduzir o feito em casa.

Marshall não se contentou em criar um modelo portátil, e foi além, moldando dois involucros plásticos (frente e costas) com um equipamento específico e, depois, perfurando e ajustando para que ambos os modelos se encaixassem perfeitamente.

No tutorial dividido em quatro páginas e repleto de fotografias, o aparelho aparece rolando o saudoso Mario Kart. Uma foto do dispositivo com o cartucho 007 Goldeneye também aparece no tutorial, mas infelizmente não há uma foto do jogo sendo rodado.

Acompanhe o passo a passo de Marshall no site Retroactive.

[Via Canal-3]

Mario Paint é usado em covers

Mario Paint Composer

Não é exatamente uma novidade, mas vale a pena. O velho Mario Paint, lançado em 1992 para o 16-bits Super Nintendo, continua em evidência mais de 15 anos após chegar às prateleiras internacionais.

O jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria indicando que uma ROM online do jogo, que recria o sistema musical do título original, é sensação entre músicos amadores que utilizam seus parcos recursos musicais reinventando músicas de sucesso, desde as mais antigas até as mais novas.

Uma busca rápida no YouTube revela praticamente 2 mil produções, de qualidades variadas, criadas no Mario Paint Composer, que possui download para Windows e Mac OS X.

Alguns outros, apostam no Mario Sequencer, uma versão mais difícil de encontrar e também de operar. Entre os nossos preferidos está o I Love Rock and Roll, de Joan Jett, e a Bohemian Rhapsody, do saudoso Queen, com seus 5:45 que tomaram 20 horas da vida do músico de Mario Paint.

[Via Folha Online]