Do GR.Ning: A Estrutura das Ficções Interativas

Quando anunciamos nossa comunidade no Ning dissemos que a idéia era promover, também, a sugestão de pautas interessantes para este blog. Em alguns casos nos surpreendemos, como no belo post de Janos Biro, que você confere agora.

“Ficções interativas são obras literárias onde o leitor pode interagir com a narrativa enquanto ela está acontecendo, o que faz com que o leitor também faça parte do processo de criação da ficção.

Há basicamente duas formas de tornar interativa uma narrativa. A mais tradicional é a narração oral interativa, onde o ouvinte interfere na estória enquanto a ouve, e o narrador é suscetível a alterar a narrativa em resposta à interferência do ouvinte. A outra é a obra eletrônica, chamada de ‘jogo de texto’, que é um programa de computador onde o texto da narrativa será exibido, e ao mesmo tempo o leitor é convidado a digitar ‘comandos’ que interferem na narrativa, representando as ações da personagem principal. Por isso, a ficção interativa é geralmente narrada na segunda pessoa. O texto dirá algo como ‘Você está diante de uma bifurcação. Para que lado você quer ir?’, e o leitor poderá digitar ‘esquerda’ ou ‘direita’. O programa processa o comando e responde com o texto apropriado, de acordo com a programação prévia do autor.

Uma ficção interativa tem diferenças estruturais em relação à ficção tradicional. A mais importante das diferenças estruturais é que as partes da ficção interativa não estão arranjadas em ordem linear, mas sim num padrão de rede, e o que define a conexão das partes são as escolhas do leitor.”

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Eu adoro paciência Spider

Paciência Spider Renato Degiovani, especial para o GameReporter

É de longe um dos melhores jogos que já joguei em toda minha vida. E não, não pretendo que você o adore também. Leia(se ler) apenas e tão somente como um desabafo de jogador inveterado.

Lá pelos anos 80, por volta do primeiro deles, tive contato com essas maquinetas infernais e o fantástico mundo dos games. Acredite, era tudo muito diferente do que é hoje. Joguei de tudo, desde os primeiros “blocks” até os mais loucos adventures em texto puro.

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Entrevista: Sony fala sobre interesse no mercado brasileiro

gr-ps2 Em uma entrevista concedida ao G1 no fim da semana passada, Bruno Matzdorf, gerente do programa de desenvolvimento da Sony, explicou o motivo do interesse da companhia no setor de games do Brasil.

Matzdorf contou que o objetivo da empresa é encontrar, em produtoras e universidades do país, desenvolvedores capacitados para a criação de jogos de PlayStation 2 e PSP.

A companhia está participando de eventos e conversando com a Abragames para saber o real interesse dos programadores nas plataformas Sony para, no futuro, encontrar empresas licenciadas para o desenvolvimento por aqui.

A entrevista completa, digna de nota e de interesse da grande maioria de nossos leitores assíduos, pode ser lida no site do G1.