Psicólogo pesquisador de games fala sobre “fenômeno de transferência dos games”

Mark Griffiths é professor de psicologia e pesquisador de videogames na Nottingham Trent University, no Reino Unido, e está prestes a publicar um novo estudo bem interessante.

Griffiths cunhou um novo termo chamado “fenômeno de transferência dos games”, um efeito psicológico que ainda não havia sido abordado, e que consiste na transferência de elementos de games para a vida real, refletindo em sensações posteriores, pensamentos e ações por parte do jogador, mesmo quando não está jogando.

É como se um gamer passasse um tempão jogando um game e depois, quando fechasse os olhos – por exemplo – visse o jogo ou sentisse como se estivesse jogando ainda. São pensamentos intrusivos, sensações, impulsos, reflexos e ilusões ópticas, com base em uma pesquisa com 42 gamers suecos de idades entre 15 e 21 anos.

Um dos pesquisados, de 15 anos, teria afirmado que depois de muito jogar passou a ver barras de vitalidade em cima da cabeça de pessoas reais. Bizarro? Bastante, mas quem aqui nunca foi dormir e, ao fechar os olhos, sentiu como se estivesse jogando?

O universo pesquisado também é pequeno e não serve como conclusão de que o problema existe, mas é uma abordagem diferente do efeito dos videogames na saúde e reflexos dos jogadores.

Quem aqui já passou por algo parecido?

[Via Boston Globe]

Analista diz que lentidão de adoção de 3DS se dá por falta de games atraentes

O analista Michael Pachter admitiu que o lançamento do 3DS não foi tão bom como poderia ter sido, e atribuiu a lentidão inicial a falta de jogos atraentes o suficiente para o grande público.

Pachter afirmou que a falta de softwares fortes e o hardware de preço alto foram os motivos que afastaram os compradores, mas acredita que uma vez que um game de peso apareça o quadro pode mudar.

“Uma vez que um software matador para o 3DS lance (como o Kid Icarus), a venda de hardware deve crescer substancialmente, e a contribuição de software para 3DS tem o potencial de direcionar as vendas de toda indústria de softwares”, comentou.

E você, acha que Pachter tem razão? Ou o 3D em games ainda não é um efeito tão desejável assim?

[Via VideoGamer]

Humble Frozenbyte Bundle fecha com quase US$ 1 milhão de doações

O modelo “pague o quanto quiser” atrelado ao esforço de caridade, promovido pelo Humble Bundle, deu certo mais uma vez.

Os organizadores do pacote Humble Frozenbyte Bundle, que noticiamos aqui no GR há alguns dias, fecharam a conta e informaram que arrecadaram US$ 909 mil, ou seja, quase um milhão de dólares. O número impressiona, principalmente pelo fato de que convida o jogador a decidir qual o valor justo pelos games.

A maior quantia paga pelos cinco jogos, da Frozenbyte, foi de US$ 2.222,22, feita por um jogador anônimo quando o período de compra estava prestes a se expirar. O valor arrecadado será dividido entre a Frozenbyte, duas instituições (Child’s Play e a Electronic Frontier Foundation) e a própria organização.

A fatia que cada uma recebe é desconhecida até o momento, já que o comprador podia definir, também, como o dinheiro pago seria dividido entre as partes.