ABRAGAMES realiza pesquisa sobre a capacidade de produção da indústria brasileira de games em 2023

Marcos Cardoso, professor da Anhembi Morumbi, foi o escolhido na concorrência promovida pela parceria entre a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais (ABRAGAMES) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), para realizar uma pesquisa sobre a Capacidade de Produção da Indústria Brasileira de Games em 2023. O objetivo do estudo é mapear as empresas desenvolvedoras, de apoio e os profissionais autônomos do Ecossistema de Games no Brasil.

A iniciativa visa convidar coordenadores, professores, alunos e ex-alunos que também são donos de empresas, que desenvolvem ou prestam serviços na área (localização, QA, gamificação, entre outros), ou ainda que são autônomos, a divulgar a pesquisa. Cursos de games e qualquer outra atividade de apoio à área de jogos também se encaixam no escopo do estudo.

Como incentivo para a participação, quatro credenciais VIP para o BIG serão sorteadas entre os participantes que responderem até o dia 01/05. É importante destacar que a pesquisa visa dimensionar a capacidade de produção da indústria brasileira de games e contribuir para a melhoria da competitividade do setor.

A pesquisa terá como foco entender quem são, onde estão, quantos são e o que sabem fazer de melhor as empresas de games no Brasil. O questionário, que leva em torno de 10 minutos para ser respondido, será direcionado às desenvolvedoras formalizadas e também incluirá questões referentes ao Levantamento de Exportação 2022 e à Pesquisa Segmentação por Maturidade Exportadora na Indústria de Games 2023.

As empresas que responderem o questionário completo poderão ser incluídas no diretório de estúdios brasileiros de games que será divulgado posteriormente. A pesquisa será executada pela equipe multidisciplinar da empresa GA Consulting, que fará entrevistas mais aprofundadas em alguns casos. Os únicos profissionais autorizados a contatar as empresas em prol da pesquisa são Marcos Vinicius Cardoso, Henrique Silva e Jonathan Harris, todos da GA Consulting. O único e-mail habilitado para contatá-los para entrevistas online ou dúvidas é [email protected].

Os resultados da pesquisa serão apresentados na edição de 2023 e serão compartilhados com parceiros da ABRAGAMES. Por questões contratuais, os dados anonimizados coletados serão compartilhados com a APEX. Os dados coletados incluem informações sobre o negócio, dados de produção, distribuição, fontes de receita, financiamento e faturamento, recursos tecnológicos empregados, internacionalização do negócio, recursos humanos e desafios e tendências. O prazo para resposta é dia 20 de maio de 2023.

Para ter acesso à pesquisa, clique aqui.

Pesquisa da Kaspersky indica que 97% dos Pro Gamers relacionam investimento com desempenho

De acordo com a Fortune Business Insights, o mercado global de hardware para jogos está estimado em 3,46 bilhões de dólares em 2022 e espera-se que atinja 5,23 bilhões até 2027. Com o crescimento das pessoas que jogam no PC, o objetivo da pesquisa da Kaspersky é obter uma compreensão mais profunda das atitudes em relação ao desempenho entre diferentes tipos de gamers. Para isso, ela entrevistou 10 mil jogadores em 21 países, de atletas de eSports a influenciadores.

O estudo confirma que os principais influenciadores desse nicho veem o desempenho como a chave para vencer, com 97% deles acreditando que investimento é o principal fator para que um gamer possa se desenvolver no mercado.

As atualizações ou investimentos de desenvolvimento mais bem-sucedidos são relacionados ao processamento do PCs ou laptops (49%); enquanto 40% gastam em velocidades de upload para ganhar vantagem sobre os rivais. Acessórios de alta velocidade, como teclados (38%), mouses (37%), fones de ouvido ou microfones (37%) e cadeiras (32%) também são vistos como uma ajuda.

Curiosamente, apenas metade dos atletas profissionais de eSports (55%) e os principais influenciadores gamers (52%) concordam fortemente que melhorar o desempenho do PC ou laptop melhora significativamente o seu desenvolvimento.

A saúde mental e a manutenção de um estilo de vida positivo são mencionados por 39% dos gamers como parte importante desse progresso; 36% garantem uma ótima noite de sono e 33% se preparam mentalmente antes de qualquer jogo.

Embora a indústria e os gamers estejam dispostos a investir para melhorar o desempenho em termos de jogos e equipamentos, a maioria da comunidade (63%) que respondeu à pesquisa ainda não sente que suas contas são seguras o suficiente, e 89% querem atrair a atenção dos desenvolvedores de jogos para essa questão.

 

É possível jogar com segurança sem perder performance?

O mito que um antivírus deixa o computador lento foi criando em uma época em que o processamento nos computadores estava sendo desenvolvido. Hoje, a tecnologia é avançada o suficiente para não haver impacto no jogo.

Para confirmar isso, a empresa já fez um desafio e os benchmarks do Adrenaline e WM Informática mostraram que há alterações irrelevante (entre 0% e 5,96%) quando o Modo Gaming do Kaspersky está ativado. Ao se colocar na balança os benefícios de estar com os dados seguros, as vantagens de ter um produto de segurança de qualidade ficam ainda mais evidentes.

Para se manter informado sobre segurança em jogos, acompanhe o Kaspersky Daily.

Jogos antigos devem migrar para o caminho dos jogos online e tornar as crianças mais criativas, segundo pesquisadora

Unir o novo com o antigo, é essa a perspectiva que um grupo de pesquisadores vislumbram para o mercado de jogos eletrônicos para o futuro. Para a pesquisadora Sonia Livinstone, da London School of Economics, as Brincadeiras antigas são a nova inspiração para a criação de jogos online. Isso se justificaria, segundo a pesquisadora, devido a uma tendência ao esgotamento da criatividade e redução dos benefícios do entretenimento digital que será revertida apenas se os criadores de jogos, as empresas e as famílias buscarem inspiração no mundo real, analógico, para desenvolver e usar novos jogos online.

Livingstone coordenou uma pesquisa e divulgou uma lista de 12 características que devem ser fortalecidas nos jogos eletrônicos do futuro. Em seu relatório “Playful by Design” (algo como “divertido seguindo princípios ou propósitos”), Livingstone apresenta ainda os resultados de pesquisas feitas com as próprias crianças e adolescentes sobre o que elas mais apreciam e o que mais incomoda no uso cada vez mais intenso de jogos online.

A pesquisadora inglesa é o destaque no lançamento da plataforma “Jogos Online, Infância e Adolescência” (JOIA), uma iniciativa da rede “Games for Change América Latina”. O relatório “Playful by Design” será lançado com uma “live” no dia 19 de abril e terá versões em português e espanhol.

“Queremos fortalecer a comunidade dos profissionais que atendem aos mercados de jogos eletrônicos para crianças e adolescentes, sejam educadores, assistentes sociais, game designers, gestores do terceiro setor e de políticas públicas. A plataforma JOIA também terá uma área especial para familiares preocupados com o uso excessivo, a violação de privacidade e o consumismo promovido por publicidade interna aos jogos”, informa Gilson Schwartz, presidente da “Games for Change América Latina” e professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Além de Sonia Livingstone, a plataforma realizará mais vinte sessões ao vivo com uma hora de duração até o começo de agosto de 2022. A partir de então as escolas e outras organizações voltadas aos direitos e oportunidades para crianças e adolescentes serão convidados a criar jogos por meio de oficinas e softwares. Os melhores projetos serão premiados no X Festival Games for Change América Latina, no final de novembro.

Mais informações estão disponíveis no link da rede G4C Latam, assim como inscrições e pedidos de gratuidade.