Game nacional Cidade Verde está concorrendo à premiação Greenbest

O pessoal da Mother Gaia Studio entrou em contato conosco para contar que seu jogo educativo Cidade Verde está participando do GreenBest, um concurso nacional de sustentabilidade.

O concurso premia iniciativas sustentáveis nacionais em diversas áreas e setores. O Cidade Verde (que é uma versão para escolas do City Rain) traz ao jogador a responsabilidade de gerir uma cidade no papel de um prefeito que tem como meta respeitar o meio ambiente, atendendo às necessidades sociais e entendendo a economia de forma sustentável.

É muito bacana ver um estúdio nacional competindo com marcas fortes como Google, Fiat, WWF e Petrobras. Vamos apoiar a galera? Eles estão pedindo por seu voto.

Parabéns, pessoal da Mother Gaia, estamos aqui na torcida!

Campeonato de desenvolvimento indie acontece no fim de semana

O professor Bruno Campagnolo de Paula, da PUCPR, entrou em contato conosco para avisar que a próxima edição do Global Game Jam acontece neste fim de semana.

O evento organizado mundialmente coloca equipes de desenvolvimento independentes trabalhando em um game em apenas 48 horas, com temática a ser definida no local.

Segundo Bruno, o evento acontecerá em mais de 40 países. Para se ter uma idéia, na edição do ano passado foram 4000 participantes, em 140 locais, gerando 900 jogos. Espera-se que este ano sejam mais de 5 mil desenvolvedores, espalhados em 170 lugares e rendendo cerca de 1.000 jogos.

A PUC do Paraná é uma das maiores sedes mundiais, com 100 vagas. O evento começa às 17 horas da sexta-feira, com uma palestra de Keita Takahashi, criador de Katamari Damacy, que será transmitida para todas as sedes. Acaba no domingo às 17 horas, com a apresentação dos resultados obtidos.

Mais informações sobre o Global Game Jam podem ser obtidas no site do evento. No site criado para a divulgação do GGJ em Curitiba a informação é que as inscrições estão encerradas. Porém, o professor Bruno contou que existe uma lista de espera que encaixará participantes em vagas que não forem confirmadas ainda hoje.

E aí, algum leitor nosso participará?

Desenvolvedor independente critica Capcom e diz que foi plagiado

Vemos muitos jogos beber na fonte de games clássicos, mas não é sempre que vemos um estúdio de peso ser acusado de roubar o trabalho de um desenvolvedor independente. É exatamente isso que está acontecendo entre a independente Twisted Pixel e a distribuidora japonesa Capcom.

Em julho de 2009, o pessoal da Twisted Pixel enviou ao Xbox Live Arcade o game Splosion Man, que coloca o jogador na pele de um personagem feito de material explosivo com o objetivo de, é claro, explodir, a partir de uma série de níveis que exigem raciocínio lógico.

Meses depois, em janeiro de 2011, a Capcom colocou no ar MaXplosion, para iOS (o sistema que roda no iPhone). Nele, o jogador é Max, um personagem com habilidade de explodir para enfrentar os desafios em 20 níveis.

Para Mike Henry, programador da Twisted Pixel, o vídeo com o gameplay de MaXplosion o deixa triste. “Se você vai roubar um jogo, você deveria pelo menos entender o que o torna divertido”, disparou acrescentando que é ótimo se inspirar, mas o game em questão é roubo.

Para Michael Wilford, co-fundador da Twisted Pixel, a solução para a chateação vai ser criar um jogo melhor para o iPhone, o que segundo ele “não será difícil”. A parte mais curiosa é que Wilford afirma que a Twisted Pixel apresentou Splosion Man para a Capcom e ouviu um não na época.

E aí, o que você acha?

[Via GamesIndustry]