RopeBot: um puzzle de estratégia com 45 estágios diferentes

Muitos games nacionais foram publicados nos últimos dias aqui no GameReporter. Agora é a vez do RopeBot, é um jogo no melhor estilo puzzle e estratégia com 45 estágios diferentes. O objetivo é lançar o robô através da fase até o marcador final de cada estágio ao mesmo tempo em que são coletados parafusos dourados, que garantem bônus na pontuação final.

É um jogo casual para pessoas que gostam de aplicativos como Cut the Rope, Angry Birds, Orange Cover e afins.

O jogo está disponível gratuitamente através da App Store e possui 15 estágios gratuitos. Os outros 30 estágios podem ser liberados através de in-app purchase. Updates com novos mundos e estágios já são planejados. Desenvolvido pela empresa brasileira Tapps, que também desenvolveu o game Nautilus.

Gostou? Mais informações sobre o game RopeBot, aqui

Rovio criará selo independente

A Rovio, criadora de Angry Birds, sabe fazer dinheiro. Além de produzir um dos jogos mais vendidos para plataformas portáteis, está se aventurando em outros terrenos como brinquedos, impressos e filme.

Agora, sites internacionais dão conta de que o estúdio está criando um selo independente e já está se aproximando de estúdios de portáteis.

“Temos alguns planos para essa área, mas não estamos prontos para anunciá-lo ainda. Se fizermos algo nessa área, você pode esperar que seja um pouco diferente”, afirmou Peter Vesterbacka, chefão da Rovio, à Develop.

O que será que vem aí?

[Via GamesIndustry]

Criadora de games para celulares aposta em Freemium como melhor modelo

Muitos acreditam que cobrar um dólar por um game de smartphone seja uma boa estratégia para angariar fundos. São jogos mais curtos, mais simples de ser programados e que, se cairem nas graças do povo, podem se transformar em uma mina de ouro. Que diga a Rovio, com seu Angry Birds, ou a Chilingo, com o Cut the Rope.

Mas, algumas empresas começam a testar outros modelos de faturamento. É o caso da Future Games of London, que aposta no Freemium como modelo ideal de negócio. Para eles, esse método pode gerar mais receita que os tradicionalmente aplicados, e o balão de ensaio para isso foi a série Hungry Shark, colocada para download gratuito por uma semana.

“Ao trocar o modelo de negócio na Parte 3 durante a Shark Week, trocamos 1.000 downloads diários por 250 mil usuários ativos ao dia que podemos monetizar a partir de compras in-app em upgrades opcionais”, comentou o diretor Ian Harper, que agora pensa em tratar todos os games da empresa como Freemium.

A média de gastos com compras in-app do Hungry Shark é de US$ 3,26, o que daria um rendimento espetacular. Será que o futuro dos casuais é realmente o freemium? O que você, leitor, acha?

[Via GamesIndustry]