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OnLive: vai mesmo mudar o mercado de games?

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Na semana passada, pipocou na internet um assunto interessante: a rede OnLive foi apresentada.

Para o gamer que não leu em outros meios, o que achamos difícil uma vez que a cobertura foi maciça, o serviço gamer segue o mesmo princípio da “cloud computing”.

Em simples palavras, a OnLive se encarregará do processamento de games, hoje todo baseado no computador do usuário. Ou seja, o servidor precisará ser potentíssimo, enquanto o computador do usuário pode ser uma máquina menos poderosa.

Apesar da conexão rápida, no mínimo de 1,5 Mbps, o OnLive promete acabar com um modelo de negócios de games para computador que existe há décadas: o de upgrades constantes de hardware.

A existência de uma caixinha permitirá que os jogos de PC rodem também em um televisor, como um videogame. Indo além, qualquer usuário, indendente do sistema operacional, poderá rodar um game programado para Windows, uma vez que todo processamento acontecerá nos servidores da empresa.

Muitas empresas, entre elas a gigante EA, já confirmaram parceria com o OnLive, que deve funcionar com um sistema de mensalidade ou anuidade ainda não confirmado.

E a “confusão” está feita. Muita gente está dizendo que será um impacto brutal que pode mudar a indústria dos games, inclusive ofuscando os consoles.

Queremos saber de você, leitor, o que você acredita que pode surgir desta idéia?

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