Soulbinder: jogo Indie brasileiro em campanha no Catarse

Soulbinder

Nossos amigos da Tendrils Entertainment acabam de lançar uma campanha no site de crowdfunding Catarse para lançar o game Soulbinder, um jogo de RPG por turnos com muitas opções de personalização de personagens e combates envolvendo estratégia.

Na trama os jogadores encarnam o herói Damodar, um guerreiro tribal que sobreviveu ao massacre de sua ordem, um grupo de guardiães que lutam pelo equilíbrio das forças entre o bem e o mal. Agora que o equilíbrio está ameaçado, o protagonista deve viajar por três diferentes dimensões para se vingar de seus inimigos. O game é permeado pelo eterno conflito de forças.

Durante a jornada, Damodar terá a ajuda de diversas criaturas fantásticas e itens mágicos e irá descobrir segredos de seu passado. Esses itens e acessórios coletados na aventura ajudam o jogador a criar a melhor estratégia de combate e fortalecer o guerreiro. Além disso, alguns dos monstros encontrados poderão se unir ao seu time para enfrentar os demônios.

Um dos fatores que contrinuem para aumentar o fator replay do jogo são as diversas áreas escondidas e os combates ferrenhos que são travados. Como se não bastasse, o time de desenvolvimento deixou o mapa aberto, deste modo os jogadores são livres para explorar os cenários e descobrir segredos espalhados.

Soulbinder teve inspirações nas franquias Final Fantasy da Square Enix e em Castlevania: Symphony of the Night da Konami. O projeto ainda está em desenvolvimento e para sair do papel precisa da ajuda dos jogadores. Se você se interessou pelo conceito, vai até a página no Catarse para fazer uma contribuição.

Abaixo você confere o vídeo do game Soulbinder:

Jogo Diablo chega aos quadrinhos em português

Diablo

Se você é um grande fã de Diablo, do tipo que gosta de colecionar tudo sobre o game da Blizzard, anime-se! Já está nas bancas a HQ baseada no game mais soturno da gigante dos PCs. O lançamento é cortesia da Panini, famosa publicadora de quadrinhos, que lançou um modelo especialíssimo repleto de ação.

A HQ conta com 124 páginas, englobando a minissérie completa (volumes 1 a 5) de autoria do roteirista Aaron Willians e arte de Joseph Lacroix.

Na trama, os leitores acompanham a história de Jacob, um jovem que precisa enfrentar os perigos do mundo sombrio chamado Santuário após cometer um crime considerado atroz para seus conterrâneos.

O que se vê após isso, é uma história cheia de reviravoltas e perigos. Jacob passa por diversas localidades vistas no game e algumas outras inéditas aos jogadores.

O quadrinho chegou às bancas com o preço de R$ 17,90. Com este lançamento, a Panini esperar obter o mesmo sucesso de Diablo nos jogos eletrônicos, afinal o terceiro jogo da franquia vendeu cerca de 12 milhões de unidades em todo o mundo. Ou seja, fãs não vão faltar para tornar o quadrinho famoso.

Gostou? Aqui você pode ver uma prévia, em PDF.

Batman Arkham Origins tem tudo para ser um jogão

Batman Arkham Origins

O dia 25 de outubro de 2013 será uma grande data para os fãs do Homem-Morcego, afinal, como vocês já sabem, a Warner Bros. Games anunciou oficialmente o terceiro game da franquia “Arkham” para os atuais videogames. Batman Arkham Origins se passará anos antes de Arkham Asylum e irá mostrar o Batman enfrentando oito grandes assassinos, que foram à Gotham atrás de sua cabeça.

Quem conferiu os dois primeiros games lançados pela Rockstead deve estar muito ansioso para encarnar novamente o manto do morcego, afinal as mecânicas de jogo não somente eram bastante divertidas, como as tramas retratadas eram igualmente empolgantes. Entretanto, vale o aviso: neste aspecto Arkham Origins já sai em desvantagem. A Rockstead não será mais a produtora do game e o argumento também não ficará a cargo do escritor Paul Dini. Ficando o desenvolvimento sob a responsabilidade do estúdio Warner Bros. Montreal.

Mas não vamos nos desesperar: há bons motivos para acreditarmos que Origins possa até mesmo superar seus dois antecessores. A começar pela premissa de ter um Batman mais novo e inexperiente. Isso abre um leque infinito de dificuldades que o Batman não passaria em Arkham City (imagine algo como Batman Ano Um), além disso, é possível que os gadgets do herói possam ser mais modestos. Uma coisa já foi adiantada: o Batwing será utilizado como sistema de fast travel para ir de uma região à outra de Gotham, sinalizando que a região explorável deverá ser maior que a área de Arkham City.

Outro ponto a favor é a ideia de colocar oito assassinos profissionais na cola do morcegão.  O primeiro deles será o Deathstroke, um dos vilões mais casca-grossas do universo DC. Quem serão os outros? O certo é que o Batman não terá descanso neste jogo. Além disso, apesar da trama se focar nesses oito assassinos, parece que a produtora também almeja aproveitar alguns vilões clássicos como o Bane e o Coringa.

Isso será bastante interessante de ser ver, uma vez que o antagonista da vez será o Máscara Negra, como será que o Palhaço do crime agirá se não for ele o principal vilão na trama? “Teremos que trabalhar bem em cima dele para deixá-lo ainda mais assustador” disse Eric Holmes, diretor do game, à revista Game Informer sobre a escolha de Máscara Negra como antagonista do game.

Se a Warner Games mantiver a fórmula vista nos dois games anteriores e conseguir criar um roteiro bem amarrado, com certeza Batman Arkham Origins tem tudo para ser um dos melhores games do ano. Vamos ficar de olho! O game receberá versões para PlayStation 3, Xbox 360, PCs e Wii U.